varejo
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Depois de décadas dominando a venda física de música, rede entra em falência pela segunda vez e liquida 89 lojas, porque downloads e concorrentes digitais corroeram o modelo baseado em grandes pontos cheios de CDs e DVDs
Três gravadoras já haviam cortado o envio de CDs por falta de pagamento das faturas
Depois de décadas como símbolo do varejo de luxo, rede entra em falência com 22 lojas e fecha todos os pontos próprios, porque a venda judicial preservou a marca e a propriedade intelectual, mas não a antiga operação física
Depois de chegar à falência com 54 lojas de moda, rede encerra todas as unidades e liquida a operação, porque a segunda tentativa de reorganização em poucos anos não conseguiu manter um negócio pressionado por custos e mudanças no varejo
Depois de 30 anos vendendo jeans, rede com mais de 200 lojas entra em falência e começa a fechar unidades, porque dívida elevada, aluguel e semanas de lojas fechadas drenaram liquidez até fornecedores passarem a exigir pagamentos mais rápidos
Todas as 60 lojas recebem a despedida definitiva e mais de 900 trabalhadores são dispensados enquanto a marca sobrevive apenas fora daquela antiga estrutura
O comprador leva a marca e o estoque, mas deixa para trás 92 lojas e cerca de 1.800 trabalhadores que descobrem que nenhuma unidade física continuará aberta
A venda de ativos em abril de 2020 preservou nomes comerciais, mas não incluiu a continuidade da operação de lojas e concessões.
Mais de 150 lojas entram em grave crise de uma marca com décadas de história e 2. 700 trabalhadores passam a depender de uma tentativa de resgate
A busca por financiamento em 2020 antecedeu a administração da empresa e a venda de sua marca em uma operação distinta da rede física.
As portas das 187 lojas baixam no fim do expediente e não voltam a abrir no dia seguinte, deixando 1.370 trabalhadores sem emprego de uma só vez
O encerramento ocorreu em janeiro de 2013, depois que a tentativa de manter a rede em funcionamento fracassou.
Depois de décadas vendendo roupas com desconto, duas redes entram juntas em falência e colocam 46 lojas em liquidação, porque menos estoques excedentes disponíveis e a recessão reduziram justamente a matéria-prima comercial que sustentava o modelo
A rede mais nova havia comprado a mais antiga num leilão de falência dois anos antes da falência conjunta
Depois de quase 50 anos vendendo utensílios de cozinha, rede entra em falência e fecha metade de suas 112 lojas, porque dívida e o colapso temporário do varejo físico tornaram inviável manter uma estrutura criada em torno de lojas e aulas presenciais
Depois de nascer como uma banca de frutas e crescer para 14 supermercados, rede entra novamente em falência e coloca todas as lojas à venda, porque a primeira reestruturação não eliminou a pressão financeira acumulada
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