varejo
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Gigante chega à crise com quase 800 lojas e mais de 8 mil funcionários; 350 unidades entram primeiro na lista e cerca de 2.800 empregos ficam ameaçados
O plano anunciado em maio de 2012 atingia parte da rede; uma compra posterior preservou centenas de unidades em outra estrutura.
Nenhum comprador aparece para as 120 lojas restantes, todas entram em liquidação e cerca de 3 mil trabalhadores passam a se despedir da operação
Depois de quase 190 anos, tradicional rede anuncia o fechamento de 170 lojas e até 1.900 trabalhadores perdem espaço na operação
Depois de 170 anos, tradicional rede encolhe de 66 para 44 lojas em poucos meses e aproximadamente 500 trabalhadores ficam pelo caminho durante a tentativa de resgate
Depois de chegar à falência com 222 lojas de moda feminina, rede fecha todas as unidades e avança para liquidação, porque a tentativa de reorganizar a operação não encontrou base suficiente para preservar a estrutura física
Depois de quase 50 anos servindo refeições em restaurantes, rede entra em falência após fechar ao menos 118 unidades em três anos, porque queda prolongada de clientes foi agravada pela pandemia e tornou necessário renegociar dívidas para continuar aberta
As vendas da rede nos Estados Unidos caíram 13% em 2018, dois anos antes do pedido de recuperação judicial
Depois de começar o ano com centenas de lojas de desconto, rede entra em falência e liquida as 81 unidades restantes, porque meses de fechamentos não bastaram para estabilizar o caixa e a empresa decidiu encerrar toda a operação
O encerramento definitivo das atividades evidencia a crise severa no setor varejista de descontos após sucessivas tentativas falhas de reestruturação.
Depois de mais de 130 anos no varejo, rede com 553 lojas entra em falência e prepara o fechamento de todas as unidades, porque juros altos, inflação e uma aquisição malsucedida agravaram uma estrutura que já carregava forte pressão financeira
A tradicional rede de varejo norte-americana encerra operações após acumular dívidas e enfrentar um cenário de juros elevados e inflação.
Depois de multiplicar a rede para cerca de 3.000 lojas, gigante dos colchões entra em falência e planeja fechar até 700 unidades, porque expansão acelerada deixou contratos de aluguel caros demais para uma operação que precisava cortar custos
Um crescimento acelerado gerou custos insustentáveis de aluguel no varejo, forçando o fechamento de centenas de pontos de venda nos EUA.
Depois de anos vendendo moda jovem em centenas de shoppings, rede entra em falência com perdas crescentes, porque concorrência intensa e queda de tráfego forçaram a conversão de mais de 65% da dívida principal em participação dos novos donos
Depois de fechar cerca de 100 lojas numa primeira recuperação, rede volta à falência dois anos depois e encerra as 261 unidades restantes, porque a reestruturação anterior não corrigiu custos e vendas suficientes para sustentar a operação
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