Fake news contra Flávio é sinal da “degradação moral” do PT, diz Moro
Senador acusa partido de Lula de usar símbolo cristão para atacar candidato do PL
O senador Sergio Moro (PL-PR), candidato ao governo do Paraná, acusou o PT de espalhar a fake news de que Flávio Bolsonaro (PL) pretende retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil.
“A campanha fake news do PT contra Flávio Bolsonaro é mais um sinal da degradação moral de Lula e sua turma.
Não tiveram qualquer constrangimento em usar um símbolo de nossa fé cristã na construção da mentira.
Fora Lula, fora PT”, escreveu Moro em publicação nas redes sociais.
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Decisões de Mendonça e Dino
A informação falsa levou a campanha de Flávio a acionar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Na sexta-feira, 25, o ministro André Mendonça determinou a remoção de publicações que tratassem a história como verdadeira e ordenou que as plataformas “atuem preventivamente contra a disseminação dos conteúdos”.
Neste domingo, 27, porém, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), derrubou a decisão de Mendonça.
Dino entendeu que não havia elementos suficientes para justificar uma restrição à liberdade de expressão e determinou o restabelecimento dos conteúdos removidos pelo mesmo fundamento.
A decisão provocou reação do senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio. Ele acusou Dino de atropelar regras da Justiça Eleitoral para favorecer Lula (PT).
“Flávio Dino está atropelando regras de competência, distribuição e a própria Justiça Eleitoral para criar uma jurisprudência de conveniência e permitir a circulação de conteúdo considerado falso para favorecer Lula e seu grupo político na eleição”, afirmou Marinho em nota.
Marinho também questionou a distribuição de processos envolvendo o PT.
“Nos últimos meses assistimos à burla do princípio do juiz natural e da distribuição de processos pelo Ministro Dino, coincidentemente em ações que interessam ao PT.”
“Em plena disputa eleitoral, o STF não pode ser instrumento de interferência política”, afirmou.
Marinho ainda cobrou o presidente da Corte, Edson Fachin, e defendeu que o Senado exerça suas competências para apurar eventuais crimes de responsabilidade.
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Comentários (1)
Marian
27.09.2026 17:40Lembremos da frase; "eleição não se ganha, se toma". Isso é fazer o diabo.