A vida de ser rejeitado no mundo e ameaçado em casa: a realidade que Lula ignora 

o antagonista

Assine Entre

23.06.2026

logo-crusoe-new
Crusoé
  • Últimas Notícias
  • Brasil
  • Mundo
  • Economia
  • Lado oa!
    • Carros
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Imóveis
    • Tecnologia
    • Turismo
    • Variedades
  • Colunistas
  • Newsletter
Pesquisar Menu
o antagonista X
  • Olá

    Fazer login Assine agora
  • Home

    Editorias

    Newsletter Colunistas Últimas Notícias Brasil Mundo Economia Esportes Crusoe
  • Mídias

    Vídeos Podcasts
  • Anuncie conosco Quem Somos Política de privacidade Termos de uso Política de cookies Política de Compliance Perguntas Frequentes

E siga O Antagonista nas redes

Menu Menu Menu
O Antagonista

A vida de ser rejeitado no mundo e ameaçado em casa: a realidade que Lula ignora 

avatar
Ricardo Kertzman
7 minutos de leitura 23.06.2025 13:10 comentários
Análise

A vida de ser rejeitado no mundo e ameaçado em casa: a realidade que Lula ignora 

Há um lamento velado pelas poucas baixas entre os judeus. Essa gente é aquela que não se conforma por “Hitler não ter terminado o serviço”

avatar
Ricardo Kertzman
7 minutos de leitura 23.06.2025 13:10 comentários 10
A vida de ser rejeitado no mundo e ameaçado em casa: a realidade que Lula ignora 
Foto: Irna
  • Whastapp
  • Facebook
  • Linkedin
  • Twitter
  • COMPARTILHAR

Ser israelense, e acima de tudo judeu, é viver com uma cicatriz que atravessa gerações. Uma marca de rejeição histórica, perseguição política e ameaça existencial contínua. Desde muito antes da fundação de Israel, em 1948, a identidade judaica já era alvo – não de discordâncias, mas de violência sistêmica.

Não vou nem recorrer aos tempos bíblicos: a escravidão no Egito e as perseguições dos impérios. Vou ser mais, digamos, contemporâneo. Na Europa Oriental, os pogroms foram ensaios cruéis do que viria depois. Em Odessa, entre 1821 e 1905, centenas de judeus foram mortos ou feridos em sucessivos ataques.

Entre 1881 e 1884, uma onda de massacres se espalhou por dezenas de cidades russas. As “Leis do Maio” institucionalizaram a exclusão: restringiram onde os judeus podiam viver, estudar ou trabalhar. O pogrom de Kishinev, em 1903, foi um divisor de águas: mais de 40 mortos, centenas de casas destruídas.

Silêncio internacional ensurdecedor

Em Białystok, em 1906, tropas russas incentivaram outra carnificina. Estima-se que, na Guerra Civil Russa, entre 1918 e 1920, o número de judeus assassinados tenha variado de 35 mil a mais de 100 mil – vítimas de todos os lados do conflito, inclusive dos exércitos nacionalistas ucranianos, dos bolcheviques e dos cossacos.

A Europa – dita civilizada – entregaria sua contribuição definitiva ao horror com o Holocausto. Entre 1933 e 1945, o regime nazista industrializou o extermínio, assassinando sistematicamente cerca de seis milhões de judeus. Não foi uma aberração isolada. Foi o ponto culminante de séculos de rejeição, demonização e massacre.

O antissemitismo europeu não era um delírio, era política de Estado, prática social e convicção cultural. Não bastava excluir, era preciso eliminar. Com o fim da Segunda Guerra e a fundação do Estado de Israel, em 1948, a ameaça deixou de ser apenas europeia. De imediato, países árabes vizinhos declararam guerra.

Tentativa de extermínio definitiva

Foi o início de um cerco contínuo, militar e diplomático, que jamais se encerrou. Em 1956, na Crise de Suez, Israel enfrentou Egito, Reino Unido e França em um jogo de interesses geopolíticos. Em 1967, na Guerra dos Seis Dias, lutou contra Egito, Jordânia e Síria e venceu, mas passou a ser visto como uma potência expansionista.

Em 1973, foi atacado de surpresa no Yom Kippur. Sobreviveu mais uma vez, mas nunca mais voltou a dormir em paz. Nos anos 1980, Israel invadiu o Líbano para combater a OLP. Nos anos 1990 e 2000, enfrentou duas Intifadas – rebeliões palestinas marcadas por atentados suicidas em ônibus, cafés, mercados e escolas.

Nenhum outro país democrático teve de treinar suas crianças para evacuar salas de aula em 15 segundos. Nenhum outro país ocidental viu seus civis sendo dilacerados dentro de suas casas por grupos terroristas enquanto o mundo pedia “moderação”. Como Gaza se tornou o centro da tempestade, em 2005, Israel se retirou do território.

7 de outubro de 2023: o ponto de inflexão

Mas, em 2006, o Hamas tomou o poder e, desde então, transformou a região em uma base militar cercada por escudos humanos. Em 2008, 2012, 2014, 2021 e novamente a partir de 2023, Israel foi reiteradamente atacado pelos grupos terroristas financiados e armados pelo Irã, que mergulharam a região em ciclos de guerra e devastação.

O mundo, de longe, discutia o “conflito”. Os israelenses, de perto, enterravam filhos, pais e irmãos. O ponto de inflexão brutal ocorreu em 7 de outubro de 2023. Nessa data, o Hamas lançou o maior ataque contra civis judeus desde o Holocausto. Foram cerca de 1.200 mortos, muitos deles mutilados, queimados vivos e estuprados.

Centenas de israelenses foram sequestrados, incluindo bebês e idosos. O ataque revelou falhas graves de inteligência por parte do governo de Israel, mas também escancarou a já conhecida natureza do inimigo: o Hamas não quer um Estado palestino. Quer a destruição do Estado judeu. Isso, o mundo finge não entender.

Escudos humanos com palestinos

A resposta foi avassaladora. Milhares de ataques aéreos devastaram Gaza. Fala-se em mais de 30 mil mortos. Civis morreram, sim. Crianças, mulheres, inocentes. Mas não há como ignorar o que provocou esse inferno. O Hamas escolheu a guerra. E esconde-se entre civis para depois exibir cadáveres à imprensa global.

Hoje, mais uma vez, Israel se vê forçado a agir não por ambição, mas por sobrevivência. O Irã, regime teocrático que financia direta e indiretamente o terrorismo islâmico em toda a região, avançava a passos firmes rumo à obtenção de uma arma nuclear. Esse mesmo Irã que nega o Holocausto e que promete “varrer Israel do mapa”.

Diante disso, Israel decidiu – com razão e legitimidade – lançar uma operação militar cirúrgica contra instalações nucleares iranianas, em autodefesa. E, como sempre, o mundo treme, não diante da ameaça xiita, mas da resposta israelense. Ser judeu, portanto, é habitar um espaço impossível: rejeitado pelo mundo, ameaçado em casa.

A democracia que resiste

Quando se defende, é chamado de opressor. Quando morre, é tratado como estatística. O antissemitismo moderno não precisa mais de estrelas amarelas. Ele se esconde em ONGs, em editoriais sofisticados, em salas da ONU que aplaudem tiranos e demonizam sobreviventes. Isso não é vitimismo, como disse Lula. É uma cronologia de fatos.

Israel é uma democracia imperfeita – como todas -, mas é também um milagre histórico: um povo que saiu dos pogroms russos e dos fornos de Auschwitz para construir um país com universidades, tecnologia, cultura, ciência e liberdade. O que está em jogo não é um “conflito” territorial. É o direito de um povo existir e viver sem pedir desculpas.

Israel não é perfeito. Mas é real. E sobrevive, ainda que aos trancos e barrancos, entre a rejeição externa e a ameaça interna. Porque, para o povo judeu, a alternativa à eterna vigilância é o extermínio. E isso a história já ensinou vezes demais para que alguém ainda tenha o cinismo de duvidar. Os israelenses não duvidam. Protegem-se.

Lulopetismo e antissemitismo 

Eu havia terminado esse artigo, escrito no sábado à tarde, no parágrafo acima, para publicá-lo nesta segunda-feira, 23. Com o ataque americano às usinas nucleares iranianas à noite, e com a repercussão no Brasil, resolvi emendar o texto com duas pertinentes observações. A primeira com relação à tradicional posição do governo Lula contra Israel. 

A amizade do chefão petista com os maiores nones do terror mundial é histórica: Mahmoud Ahmadinejad, Muamar Al Gadhafi e Yasser Arafat. Como é histórico seu gosto por ditadores e ditaduras mundo afora: Chávez e Maduro, na Venezuela; irmãos Castro, em Cuba; Ortega, na Nicarágua; Putin, na Rússia. Por isso não surpreende a nota oficial do governo condenando os EUA. 

A segunda observação tem a ver com a reiterada “dúvida” de quem adoraria assistir a mais mortes de judeus durante os ataques terroristas a partir de Gaza e do Irã: “Por que morrem tão poucos em Israel?”. É claro que essa gente sabe que judeus não utilizam judeus como escudos humanos e que o país possui uma larga infraestrutura pública (bunkers e defesa antiaérea) de proteção aos civis. 

Eles sabem, também, que em quase todas as casas, apartamentos, hospitais, hotéis, shoppings etc., em Israel, existem “quartos seguros”, habitáculos destinados a proteger pessoas contra bombardeios. Portanto, não se trata de uma dúvida sincera, mas de um lamento velado pelas poucas baixas entre os judeus. Essa gente é aquela que não se conforma por “Hitler não ter terminado o serviço”. 

Nunca foi tão fácil estar bem informado Siga nosso canal no WhatsApp
  • Mais lidas
  • Mais comentadas
  • Últimas notícias
1

PGE contraria decisão de Nunes Marques que suspendeu pesquisa sobre Flávio

PGE contraria decisão de Nunes Marques que suspendeu pesquisa sobre Flávio
2

TST condena Ortobom a pagar R$ 300 mil por discriminação contra mulheres

TST condena Ortobom a pagar R$ 300 mil por discriminação contra mulheres
3

O destino do Brasil nas mãos de um evangélico

O destino do Brasil nas mãos de um evangélico
4

Moraes determina envio de notícia-crime sobre “Dark Horse” a Fachin

Moraes determina envio de notícia-crime sobre “Dark Horse” a Fachin
5

PEC 6×1: petista é processado por submeter motorista a jornadas de 16h

PEC 6×1: petista é processado por submeter motorista a jornadas de 16h
6

Lula “parece parceiro de grupos narcoterroristas”, diz Flávio

Lula “parece parceiro de grupos narcoterroristas”, diz Flávio
7

Jaques Wagner apresenta recurso para anular decisão que autorizou busca e apreensão

Jaques Wagner apresenta recurso para anular decisão que autorizou busca e apreensão
8

Rachel Sheherazade perde processo contra SBT

Rachel Sheherazade perde processo contra SBT
9

GSI designa major “Fulano de Tal” como assistente na segurança de Lula

GSI designa major “Fulano de Tal” como assistente na segurança de Lula
10

Justiça rejeita pedido de Renan Santos para remover posts sobre acusação de estupro

Justiça rejeita pedido de Renan Santos para remover posts sobre acusação de estupro
1

Gilmar aponta "erro crasso" de Mendonça no caso Master

Gilmar aponta "erro crasso" de Mendonça no caso Master
2

Jaques Wagner apresenta recurso para anular decisão que autorizou busca e apreensão

Jaques Wagner apresenta recurso para anular decisão que autorizou busca e apreensão
3

O destino do Brasil nas mãos de um evangélico

O destino do Brasil nas mãos de um evangélico
4

PEC 6x1: petista é processado por submeter motorista a jornadas de 16h

PEC 6x1: petista é processado por submeter motorista a jornadas de 16h
5

“Estamos criando uma geração de imprestáveis”, diz Romeu Zema

“Estamos criando uma geração de imprestáveis”, diz Romeu Zema
6

TST condena Ortobom a pagar R$ 300 mil por discriminação contra mulheres

TST condena Ortobom a pagar R$ 300 mil por discriminação contra mulheres
7

PF faz operação mirando em banco de Edir Macedo; bispo é alvo

PF faz operação mirando em banco de Edir Macedo; bispo é alvo
8

De Toni quer que sociedade julgue crimes de colarinho branco

De Toni quer que sociedade julgue crimes de colarinho branco
9

Irã aceitará "grandes inspeções" nucleares, diz Trump

Irã aceitará "grandes inspeções" nucleares, diz Trump
10

Crusoé: O impacto eleitoral do caso Master para Ciro Nogueira

Crusoé: O impacto eleitoral do caso Master para Ciro Nogueira
1

Horóscopo do dia: previsão para os 12 signos em 23/06/2026

Horóscopo do dia: previsão para os 12 signos em 23/06/2026
2

Evo Morales pede suspensão dos bloqueios em Cochabamba

Evo Morales pede suspensão dos bloqueios em Cochabamba
3

Estreito de Ormuz está “totalmente aberto”, diz Trump

Estreito de Ormuz está “totalmente aberto”, diz Trump
4

PL da Misoginia inibiria ofensas à vítima de rope jump, diz Hilton

PL da Misoginia inibiria ofensas à vítima de rope jump, diz Hilton
5

Cada vez mais cubanos fogem para o… Brasil

Cada vez mais cubanos fogem para o… Brasil
6

TST condena Ortobom a pagar R$ 300 mil por discriminação contra mulheres

TST condena Ortobom a pagar R$ 300 mil por discriminação contra mulheres
7

Japão encarece a entrada de turistas no país

Japão encarece a entrada de turistas no país
8

PGE contraria decisão de Nunes Marques que suspendeu pesquisa sobre Flávio

PGE contraria decisão de Nunes Marques que suspendeu pesquisa sobre Flávio
9

Mudança em grupo de investigadores da Operação Compliance Zero vira alvo de cobrança na Câmara

Mudança em grupo de investigadores da Operação Compliance Zero vira alvo de cobrança na Câmara
10

PF mapeia contatos de Daniel Vorcaro com núcleos do governo e da oposição em Brasília

PF mapeia contatos de Daniel Vorcaro com núcleos do governo e da oposição em Brasília

Nunca foi tão fácil estar bem informado Siga nosso canal no WhatsApp

Tags relacionadas

Israel Luiz Inácio Lula da Silva
< Notícia Anterior

Comissão vota criação de hipótese de legítima defesa a agentes de segurança

23.06.2025 00:00 4 minutos de leitura
Comissão vota criação de hipótese de legítima defesa a agentes de segurança
Próxima notícia >

Precisa de CNH para ser piloto de avião no Brasil?

23.06.2025 00:00 4 minutos de leitura
Precisa de CNH para ser piloto de avião no Brasil?
avatar

Ricardo Kertzman

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (10)

Robert R.

21.07.2025 19:42

Middle East: 25 countries call for end to Gaza war Twenty-five countries, including Britain, France and a host of other European nations, have said that the war in Gaza "must end now." DW has more. https://www.dw.com/en/middle-east-25-countries-call-for-end-to-gaza-war/live-73346584


Luis Eduardo Rezende Caracik

25.06.2025 09:45

Kertzman, excelente artigo que me encoraja a convidá-lo a esquecer por alguns instantes o posicionamento de Lula e seus áulicos a respeito de Israel. O que Lula e companhia pensam a respeito de Israel não contribui em nada com a situação vivida pelos judeus e Israel. Não oferecem perspectivas. Assim como as opiniões de Trump, da grande imprensa, e dos lobbies pró Israel nos Estados Unidos. No máximo contribuem para a manutenção do status quo. Como já tenho uma certa idade, e trago em meu DNA os efeitos da guerra civil russa, tenho para mim que a única circunstância em que conflitos como os que se observa entre Israel, os palestinos e o Iran, é quando a integridade de líderes justos inspiram seus oponentes a ponto destes se permitirem sair, mesmo que brevemente, de seus ciclos viciosos de pensamento. Foi assim em 1994 em Israel, quando Iyitzhak Rabin foi assassinado por um extremista judeu mostrando, dentre outras coisas, que judeus também eram capazes de praticar terrorismo. Foi assim que representantes da Liga Árabe se sentiram emocionalmente compelidos a comparecer a seu funeral, junto com mais de 80 líderes mundiais. Foi assim que Yasser Arafat, que nunca havia pisado em Israel, se sentiu emocionalmente compelido a se disfarçar, tirando sua Keffieh, e fazer uma visita para levar suas condolências a Lea Rabin. E ainda assim, tudo acabou voltando ao que era antes. Mas aqueles dias, e a inspiração que o assassinato de Rabin despertaram, iluminaram por alguns instantes os caminhos da verdadeira paz na região. É isso que conta. Aqueles que se mostram dispostos a sacrificar a paz, não a compreendem. Não são capazes de superar suas próprias barreiras.


Glecy Bragazzi Borja

24.06.2025 16:52

Ricardo, amei seu artigo. Muito claro, objetivo e informativo.


Osvaldo Pasqual Castanha

24.06.2025 14:39

Parabéns pelo artigo. Não sei como classificar o mundo diante de tanta indiferença e ódio mortal contra os judeus, A contribuição judaica para a cultura ocidental é enorme, e visível por todo canto. Por que não querem enxergar isso? Não importa, não será no século XXI que os judeus serão exterminados. E melhor dizendo nunca o serão, E continuarão para sempre com sua contribuição ímpar para toda a humanidade.


CELESTINO JUNIOR BUSSINGUER PEREIRA

24.06.2025 13:20

Rejeitado no mundo graças a internet que sobrepõe a mídia ideologicamente contaminada que sempre passou o pano nas trapaças desde indivíduo.


ALDO FERREIRA DE MORAES ARAUJO

24.06.2025 10:40

Essa inconformidade da esquerdalha pelas relativamente poucas baixas israelenses é nojenta. A decisão de Israel de manter e a longo prazo anexar de vez a Cisjordânia (e parece que agora Gaza também) é o que impede a paz na região. O espírito que existia de aniquilar e apagar Israel do mapa não é como era naquela época. A impossibilidade de fazer isso já está bem clara. Só fanáticos insistem nisso e num estado palestino legalizado funcionando normalmente não teriam espaço.


Mauricio Henriques

24.06.2025 10:38

Parabéns pelo texto, Ricardo.


Ana Lucia Pais

24.06.2025 08:27

Excelente texto Ricardo


Maria Das Gracas De Souza Mayrink

23.06.2025 20:55

Magnífico o seu texto. Parabêns@


MARCOS

23.06.2025 19:29

PORQUE NÃO MORREM MAIS JORNALISTAS COMUNISTAS? O EX-PRESIDIÁRIO SÓ FALA MERDA E AFUNDA O BRASIL.


Torne-se um assinante para comentar

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (10)

Robert R.

21.07.2025 19:42

Middle East: 25 countries call for end to Gaza war Twenty-five countries, including Britain, France and a host of other European nations, have said that the war in Gaza "must end now." DW has more. https://www.dw.com/en/middle-east-25-countries-call-for-end-to-gaza-war/live-73346584


Luis Eduardo Rezende Caracik

25.06.2025 09:45

Kertzman, excelente artigo que me encoraja a convidá-lo a esquecer por alguns instantes o posicionamento de Lula e seus áulicos a respeito de Israel. O que Lula e companhia pensam a respeito de Israel não contribui em nada com a situação vivida pelos judeus e Israel. Não oferecem perspectivas. Assim como as opiniões de Trump, da grande imprensa, e dos lobbies pró Israel nos Estados Unidos. No máximo contribuem para a manutenção do status quo. Como já tenho uma certa idade, e trago em meu DNA os efeitos da guerra civil russa, tenho para mim que a única circunstância em que conflitos como os que se observa entre Israel, os palestinos e o Iran, é quando a integridade de líderes justos inspiram seus oponentes a ponto destes se permitirem sair, mesmo que brevemente, de seus ciclos viciosos de pensamento. Foi assim em 1994 em Israel, quando Iyitzhak Rabin foi assassinado por um extremista judeu mostrando, dentre outras coisas, que judeus também eram capazes de praticar terrorismo. Foi assim que representantes da Liga Árabe se sentiram emocionalmente compelidos a comparecer a seu funeral, junto com mais de 80 líderes mundiais. Foi assim que Yasser Arafat, que nunca havia pisado em Israel, se sentiu emocionalmente compelido a se disfarçar, tirando sua Keffieh, e fazer uma visita para levar suas condolências a Lea Rabin. E ainda assim, tudo acabou voltando ao que era antes. Mas aqueles dias, e a inspiração que o assassinato de Rabin despertaram, iluminaram por alguns instantes os caminhos da verdadeira paz na região. É isso que conta. Aqueles que se mostram dispostos a sacrificar a paz, não a compreendem. Não são capazes de superar suas próprias barreiras.


Glecy Bragazzi Borja

24.06.2025 16:52

Ricardo, amei seu artigo. Muito claro, objetivo e informativo.


Osvaldo Pasqual Castanha

24.06.2025 14:39

Parabéns pelo artigo. Não sei como classificar o mundo diante de tanta indiferença e ódio mortal contra os judeus, A contribuição judaica para a cultura ocidental é enorme, e visível por todo canto. Por que não querem enxergar isso? Não importa, não será no século XXI que os judeus serão exterminados. E melhor dizendo nunca o serão, E continuarão para sempre com sua contribuição ímpar para toda a humanidade.


CELESTINO JUNIOR BUSSINGUER PEREIRA

24.06.2025 13:20

Rejeitado no mundo graças a internet que sobrepõe a mídia ideologicamente contaminada que sempre passou o pano nas trapaças desde indivíduo.


ALDO FERREIRA DE MORAES ARAUJO

24.06.2025 10:40

Essa inconformidade da esquerdalha pelas relativamente poucas baixas israelenses é nojenta. A decisão de Israel de manter e a longo prazo anexar de vez a Cisjordânia (e parece que agora Gaza também) é o que impede a paz na região. O espírito que existia de aniquilar e apagar Israel do mapa não é como era naquela época. A impossibilidade de fazer isso já está bem clara. Só fanáticos insistem nisso e num estado palestino legalizado funcionando normalmente não teriam espaço.


Mauricio Henriques

24.06.2025 10:38

Parabéns pelo texto, Ricardo.


Ana Lucia Pais

24.06.2025 08:27

Excelente texto Ricardo


Maria Das Gracas De Souza Mayrink

23.06.2025 20:55

Magnífico o seu texto. Parabêns@


MARCOS

23.06.2025 19:29

PORQUE NÃO MORREM MAIS JORNALISTAS COMUNISTAS? O EX-PRESIDIÁRIO SÓ FALA MERDA E AFUNDA O BRASIL.



Icone casa
Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com a Política de cookies.

Seja nosso assinante

E tenha acesso exclusivo aos nossos conteúdos

Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e a Revista Crusoé.

Assine
o antagonista
o antagonista

Redação SP

Av Paulista, 777 4º andar cj 41 Bela Vista, São Paulo-SP
CEP: 01311-914

Anuncie Conosco

Últimas Notícias Brasil Mundo

Economia Lado oa! Colunistas Newsletter

Icone do Twitter Icone do Youtube Icone do Whatsapp Icone do Instagram Icone do Facebook

Quer receber notícias do Antagonista em seu e-mail?

Assine nossa newsletter e receba as principais notícias em seu e-mail

Com inteligência e tecnologia:
Object1ve - Marketing Solution
Quem Somos Hora extra Política de privacidade Termos de uso Política de Cookies Política de compliance Princípios Editoriais Perguntas Frequentes Anuncie
O Antagonista , 2026, Todos os direitos reservados, 25.163.879/0001-13.
Background do rodapé