O Antagonista
O Antagonista
A minha conta de padeiro para 2022
Padaria é um negócio que dá certo há milhares de anos, na base da conta de padaria, que virou uma expressão jocosa para definir quem aplica apenas as quatro operações da matemática, do modo mais básico, em todos os aspectos da vida, inclusive aqueles que requerem cálculos complexos, em contextos com muitas variantes. Como sou padeiro (embora sem um bom negócio como padaria), concluí que, no segundo turno, Lula precisa de apenas 6 milhões de votos para ser eleito presidente da República -- isso, se não for eleito já no primeiro turno, em 2022...
A degradação da linguagem rebaixa a democracia
Gilmar não poderia mandar recados a Moro
Os espíritos e os hackers
As tesouras voadoras do senhor desembargador
A Folha de S. Paulo publicou uma artigo-entrevista sobre o livro de Sergio Moro, Contra o Sistema da Corrupção, assinado pela colunista Catarina Rochamonte. O desembargador Marcelo Semer, do Tribunal de Justiça de São Paulo, não gostou. E resolveu desancá-la na mesma Folha de S.Paulo, dentro da tradição do jornal de abrir as suas páginas ao debate. O desembargador critica a colunista pelo tom que diz ser laudatório e a condena -- espero que não à cadeia -- por não ter questionado Sergio Moro sobre o conteúdo das mensagens roubadas do Telegram de Deltan Dallagnol...
A decência prescreveu no Brasil
O pedido de arquivamento do processo contra Lula pelo triplex do Guarujá, por prescrição, livra o chefão petista da mais remota possibilidade de vir a ser condenado outra vez, bem como os brasileiros de ter um país decente no curto e médio prazo. Para completar este dia inesquecível, a Segunda Turma do Supremo arquivou a denúncia de evasão de divisas contra Jacob Barata Filho (foto), o "rei do ônibus". O relator do pedido de habeas corpus, ministro Gilmar Mendes, considerou "inepta" a denúncia da Lava Jato contra o pai da sua afilhada de casamento -- e afilhada também da sua mulher, Guiomar, irmã de um sócio de Jacob Barata Filho, o senhor Francisco Feitosa de Albuquerque Lima...
Fique à vontade, Maranhãozinho, a impunidade venceu
No país que condena pobre esfaimado a ser preso por roubar pote de manteiga ou quebrar lacre de registro para conseguir água, um Josimar de Maranhãozinho pode cair de boca em dezenas de milhões de reais de verbas de emendas parlamentares, destinar a bufunfa para si próprio por meio de empresas de fachada que prestariam serviços a prefeituras e, por fim, esbaldar-se com bolsas, mochilas e pacotes de dinheiro vivo. É o que mostra -- com imagens -- a estarrecedora reportagem de capa da Crusoé, assinada por Rodrigo Rangel e Paulo Cappelli. A estimativa é que, no total, o deputado honesto tenha desviado mais de 100 milhões de reais para o seu esquema. Como definiu a revista, é um escracho...
A imparcialidade em tempos de Sergio Moro
Depois da entrevista de Sergio Moro (foto) a William Waack, na CNN Brasil, houve uma rodada de análise com jornalistas. Uma das participantes deu de barato, como se fosse assunto liquidado, que a Lava Jato havia sido uma operação inteiramente política -- no que foi rebatida por outro jornalista. A rodada terminou ali, sem discussão, talvez mesmo por falta de tempo...
O trio elétrico é do vírus
Somos 800 mil antagonistas no YouTube
Gilmar proíbe sindicato de juízes de cobrar contribuição de não filiados
Moro anuncia “Presídio El Salvador” após encontro com ministro de Bukele
A verdadeira missão de Renan Santos
Ato na Paulista termina em confusão, agressões e Pixuleco de Lula destruído
Renan Santos nega irregularidades: “Não vamos abaixar a cabeça”
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