Opinião
Opinião
O que não é dito sobre Putin no caso da Ucrânia
Ontem, a Europa foi dormir com a notícia de que Vladimir Putin (foto) e Joe Biden aceitaram a ideia de encontrar-se para conversar sobre a situação nas fronteiras da Rússia e Belarus com a Ucrânia, nas quais Moscou concentrou de 150 mil a 190 mil soldados e vem fazendo exercícios militares com armamentos pesados. O encontro foi proposto por Emmanuel Macron, que está empenhado na interlocução com Vladimir Putin, a fim de evitar a invasão do território ucraniano pelos russos...
Somos um país pautado pela tragédia
O risco Doria, o risco Leite e a sintonia da Terceira Via
Um papa pediu desculpas, mas Lula, nem pensar
Um último conselho a Eduardo Leite
Garantismo às avessas
Gilmar Mendes parece estar trabalhando ativamente para evitar que uma reclamação disciplinar apresentada ao CNJ pela OAB contra o juiz Marcelo Bretas tenha o mesmo fim que o inquérito aberto por Humberto Martins contra ex-procuradores da Lava Jato -- arquivado dias atrás por falta de provas...
Bolsonaro mentiu e envolveu as Forças Armadas em sua mentira
Comprovado: Jair Bolsonaro mentiu ao afirmar, na última quinta-feira, que as Forças Armadas identificaram "dezenas de vulnerabilidades" no sistema brasileiro de votação eletrônica...
Negacionistas do negacionismo
Os apoiadores de Jair Bolsonaro vão dedicar os próximos meses à tarefa de negar o negacionismo. Eles descobriram que o dano causado pela pandemia à imagem de seu antipresidente foi considerável, e por isso tentarão reescrever a história. O ministro da Casa Civil Ciro Nogueira inaugurou a estratégia nesta quarta-feira. Ele publicou um artigo sórdido, com frases como “aceita que dói menos”, argumentando que os erros do governo no combate à Covid foram merreca. Assim como é preciso refutar cada tentativa do PT de esconder o seu protagonismo no petrolão, não se pode ignorar nenhuma investida destinada a isentar Bolsonaro de seus desatinos na pandemia..
No país das bengalas
Ontem, em votação relâmpago -- há sempre uma tempestade casuística em Brasília --, a Câmara aprovou por amplíssima maioria a PEC que eleva de 65 anos para 70 anos a idade máxima de ingresso no Supremo Tribunal Federal. A coisa é tão descarada que ficou conhecida como "Emenda Noronha". A intenção é permitir que Jair Bolsonaro possa indicar o ministro do STJ João Otavio Noronha, por quem teve "amor à primeira vista", para uma das duas vagas que serão abertas em 2023, com as aposentadorias de Ricardo Lewandowski e Rosa Weber. O amor do atual inquilino do Palácio do Planalto tem hoje 65 anos. Como as chances de Jair Bolsonaro ser reeleito são remotas, a emenda será útil para qualquer que seja o novo presidente. Ele sempre terá como recompensar um velhinho que esteja disposto a prestar favores, para, enfim, ser recompensado com um cargo que almejava havia tanto tempo. Pode ser até o próprio João Otavio Noronha, cujo coração sempre esteve aberto a novas paixões e que, ao fim e ao cabo, seria igualmente presenteado por Jair Bolsonaro...
Ele olha todo mundo lá da laje
Muito cacique para pouco voto
Pressionado por impeachment, Moraes autoriza semiaberto para Débora do Batom
Fachin se reúne com coordenador da campanha de Flávio e líder do governo
Bolsonarismo se amansa perto do poder
“GM queria que vc fosse jantar com ele”, diz advogado a Vorcaro
A menos de uma hora para discussão, Senado não atinge quórum para PEC da 6×1
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