"O mundo sofre. Normal, ele é dirigido por brancos e homens"

20.04.2026

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“O mundo sofre. Normal, ele é dirigido por brancos e homens”

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Redação O Antagonista
2 minutos de leitura 13.05.2025 08:52 comentários
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“O mundo sofre. Normal, ele é dirigido por brancos e homens”

Aproximadamente quarenta mensagens artísticas foram instaladas nas paredes de vidro da galeria dos anfiteatros da Universidade Grenoble Alpes

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2 minutos de leitura 13.05.2025 08:52 comentários 3
“O mundo sofre. Normal, ele é dirigido por brancos e homens”
Reprodução/X

Em uma recente controvérsia envolvendo a Universidade Grenoble Alpes – uma universidade localizada em Auvergne-Rhône-Alpes, região sudeste da França – o presidente da instituição, Yassine Lakhnech, solicitou a remoção de várias inscrições artísticas que foram interpretadas como críticas aos “homens brancos” e que sugerem que apenas indivíduos brancos são responsáveis pelo racismo.

Essa ação seguiu-se a uma petição promovida pelo sindicato estudantil de direita UNI Grenoble.

A iniciativa surgiu durante o “mês da igualdade”, evento realizado em março, quando a universidade convidou alunos e funcionários a se mobilizarem contra o racismo e outras formas de discriminação.

Aproximadamente quarenta mensagens artísticas foram instaladas nas paredes de vidro da galeria dos anfiteatros do prédio Pierre Mendès France, no campus da universidade.

Entre os slogans expostos, destacam-se frases provocativas como: “O mundo sofre. Normal, ele é dirigido por brancos e homens”; “A Terra é monocromática como um arco-íris, o racismo é apenas branco”; e “Nos jogos de xadrez, como na vida, os brancos têm sempre um movimento à frente”.

Essas obras são de autoria da artista Petite Poissone, que teve sua criação instalada no início de março.

No entanto, a polêmica ganhou força no dia 12 de maio, quando a UNI Grenoble denunciou as obras como “propaganda anti-brancos”, argumentando que tais mensagens fomentam o racismo contra pessoas brancas e perpetuam a ideia woke de uma sociedade intrinsecamente racista.

O delegado nacional da UNI, Yvenn Le Coz, expressou descontentamento com as inscrições e pediu a remoção imediata das mesmas.

De acordo com informações provenientes do gabinete do presidente Lakhnech, ele teria tomado conhecimento dessas inscrições somente após a intervenção do UNI, levantando questões sobre a supervisão das exposições na universidade nos últimos dois meses.

A administração da universidade declarou que essas mensagens não representam as posições ou valores institucionais e garantiu que as que geram controvérsias seriam removidas.

Estudantes da instituição afirmaram que um primeiro filtro já havia sido realizado pelo corpo docente, que excluiu cerca de dez mensagens entre as cinquenta propostas pela artista.

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Comentários (3)

Luís Silviano Marka

13.05.2025 14:38

Queria só ver a reação se alguém escrevesse "A África sofre. Normal, ela é dirigida por homens negros".


GERALDO CARVALHO

13.05.2025 10:36

O òdio ao homem branco é mais uma pauta da esquerda, que sempre está do lado errado e torcendo pelo fraco, perdedor ou mais violento.


Marcia Elizabeth Brunetti

13.05.2025 09:13

Inscrições artísticas? Kkkkkkkk. Manda para os Alpes uma delegação de Drag Queens, para morar com a população de lá. Pega esses homens brancos e artistas, dispensa-os de seus empregos, fecha seus negócios e entrega para as minorias.


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