Os astronautas na estação espacial sofrem de privação de sono severa, apesar da exigência da NASA de oito horas de sono
A falta de sono dos astronautas faz o uso de pílulas disparar
O sono dos astronautas rende muita dor de cabeça para a agência espacial por causa da dificuldade de descansar no espaço sem a ajuda de remédios pesados. A equipe até tenta seguir uma rotina normal, mas as luzes e o barulho das máquinas acabam com o relógio biológico humano nas missões longas fora da Terra.
Por que dormir no espaço gera tanta dificuldade?
A agência americana agenda até 8h30 de descanso por noite para a equipe, mas a realidade nua e crua mostra que eles mal chegam a seis horas de olho fechado. Um estudo publicado com dados de uma década aponta que quase três quartos dos tripulantes precisaram tomar pílulas para conseguir dormir.
Isso acontece porque a Estação Espacial Internacional dá uma volta no planeta a cada 90 minutos, criando 16 nasceres do sol em um único dia. Essa bagunça absurda com a luz natural detona o relógio biológico e deixa o cérebro totalmente perdido na hora de apagar de vez.

O que impede a equipe de ter um sono dos astronautas perfeito?
Para piorar a situação da luz piscando na janela, a infraestrutura das missões não perdoa quem tem o costume de dormir no silêncio absoluto. O ruído dos ventiladores de suporte à vida bate na casa dos 50 decibéis apenas para manter o ar respirável rodando. Acompanhe os obstáculos físicos que atrapalham o descanso das pessoas no espaço.
- Barulho alto e contínuo das máquinas que geram o oxigênio diário.
- Falta de gravidade que obriga a pessoa a dormir apertada e amarrada na parede.
- Mudanças de horário repentinas no corpo por conta do encaixe de novas naves.
Esses fatores cobram uma conta altíssima diariamente e prejudicam demais o rendimento do corpo no meio do universo.
Qual é o risco do uso de medicamentos na órbita da Terra?
Como pregar os olhos vira uma batalha sem fim, muitos apelam para drogas fortes na tentativa de forçar um apagão instantâneo no cérebro. O uso dessas pílulas pula para a marca de 60% nas noites que antecedem alguma caminhada espacial na parte de fora da nave. Avalie como a qualidade do descanso muda com e sem a química médica no sangue.
| Tipo de descanso na base | Horas médias de sono diário | Uso de pílula na rotina |
|---|---|---|
| Descanso natural nas missões | Geralmente menos de seis horas | Nenhum medicamento usado no turno |
| Descanso forçado por remédios | Ganho de apenas 11 minutos | Uso de hipnóticos ou drogas calmantes |
O grande perigo é que a pílula não rende quase nada de sono extra e ainda deixa a pessoa meio mole em caso de emergência na madrugada. Ninguém pode assumir o painel de controle ou bancar o motorista se todos estiverem dopados ao mesmo tempo lá em cima.
O que a falta de descanso causa na rotina da tripulação?
Dormir menos de seis horas seguidas por vários meses destrói a agilidade e prejudica bastante o humor de qualquer ser humano. Os pequenos sensores de movimento grudados no pulso registraram uma piora assustadora na resposta da equipe aos testes de atenção cobrados na base.
Os médicos da NASA até relataram o caso de um profissional que cochilou na frente do teclado enquanto digitava um texto chato de trabalho. O estresse nas alturas e a carga pesada de tarefas aumentam demais a chance de erros bobos no dia a dia da ciência.
Como a engenharia pretende aliviar o cansaço no futuro?
As velhas lâmpadas brancas começaram a sumir dos corredores no ano de 2016 para dar espaço aos painéis inteligentes e bem macios de LED. Essas luzes novas simulam o anoitecer no teto, mudando o tom azul para um amarelo quente, dando aquele empurrãozinho de qualidade na hora de dormir.
Nas viagens longas para o planeta Marte, a equipe não terá o suporte de rádio imediato da Terra para liberar uma segunda dose de calmante se o pânico bater. Os viajantes precisarão cuidar da própria farmácia de bordo e ter a cabeça bem fria para saber se vale a pena arriscar ficar sedado na nave.
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