“Se formos para o segundo turno, estamos preparados”, diz Zucco
No dia da eleição, candidato do PL a governador comentou possibilidade de disputar o segundo turno do pleito no Rio Grande do Sul
O candidato do PL ao governo do Rio Grande do Sul, deputado federal Luciano Zucco, afirmou, neste domingo, 4, que sua campanha está preparada para uma eventual disputa de segundo turno, apesar do desempenho favorável apontado pelas pesquisas.
Após participar de um café no comitê da campanha, ele disse que os levantamentos representam apenas um “momento” da corrida eleitoral e que aguardará o resultado das urnas.
“Gratidão. A gente fez um trabalho com o coração, com verdade, com propósito. A gente está muito feliz, eu, Sanderson e o Marcelo. Toda a coordenação. Respeitando os adversários. Respeitando os projetos. Mas entendo que o RS pode mais, merece mais, e agora é deixar que os gaúchos decidam o destino do nosso amado estado e do nosso país”, falou Zucco, em entrevista a jornalistas.
“A gente continua na expectativa, ficamos felizes com as pesquisas, mas a gente sabe que pesquisa é momento, então a gente vai aguardar até o último momento. Nós nos preparamos para uma campanha de dois turnos. Logicamente que se for no primeiro turno, vamos ficar muito feliz, mas também se formos para o segundo turno, estamos preparados”, pontuou.
Posteriormente, ele foi votar. Pesquisa Quaest divulgada no sábado, 3, mostra Zucco liderando nas intenções de voto para governador no RS, com 52% dos votos válidos, podendo vencer no primeiro turno. A ex-deputada estadual Juliana Brizola (PDT) está em segundo, com 35% dos votos válidos.
Depois aparecem Gabriel Souza (MDB), com 12%, e Marcelo Maranata (PSDB), com 1%. Os demais candidatos não pontuaram.
Primeiro turno em andamento
As urnas foram abertas às 8h deste domingo. O fechamento ocorrerá as 17h.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, votou nesta manhã no Colégio Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no Lago Sul, em Brasília.
Antes de registrar o voto, o magistrado acompanhou a emissão da zerésima da urna de sua seção eleitoral, documento que comprova que o equipamento não tinha votos registrados antes do início da votação.
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