Realtime indica empate técnico nos dois turnos na Bahia
ACM Neto (União Brasil) aparece numericamente à frente de Jerônimo Rodrigues (PT) em todos os cenários testados
Pesquisa Realtime Big Data, divulgada nesta terça-feira, 11, indica empate técnico nos dois turnos da disputa ao governo da Bahia.
Contudo, ACM Neto (União Brasil) aparece numericamente à frente de Jerônimo Rodrigues (PT) em todos os cenários testados pelo instituto de pesquisa.
Na simulação de primeiro turno, o ex-prefeito de Salvador tem 44% das intenções de voto, ante 42% do candidato à reeleição.
Ronaldo Mansur (PSOL) tem 2%, e João Estevão (DC), 1%.
Brancos e nulos são 7%. Indecisos são 4%.
No segundo turno, ACM Neto tem 45% das intenções de voto, e Jerônimo Rodrigues, 44%.
Brancos, nulos e indecisos somam 11%.
A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número BA-00277/2026.
Paraná Pesquisas e Quaest
O resultado é similar ao apontado pela Quaest, que, em pesquisa divulgada em 29 de julho, mostrou um empate técnico entre o ex-prefeito de Salvador e o atual governador.
Num cenário de primeiro turno, ACM Neto tem 39%, e o petista, 38%. Num eventual segundo turno entre os dois, o ex-prefeito tem 43%, e Jerônimo, 39%.
Por outro lado, o levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, divulgado em 3 de agosto, indicou ACM Neto 10 pontos percentuais à frente de Jerônimo Rodrigues.
O ex-prefeito de Salvador tem 48,9% das intenções de voto no primeiro turno, contra 38,7% do governador baiano, candidato à reeleição.
Neste cenário, a vantagem de ACM Neto é de 10,2 pontos percentuais.
Na simulação de segundo turno, ACM Neto tem 50,9% das intenções de voto. Jerônimo Rodrigues tem 40%.
Dobradinha PT-PSOL
O primeiro debate da campanha deste ano ao governo da Bahia contou com três candidatos, mas foi travado em dois contra um: o governador Jerônimo Rodrigues (PT) contou com a famigerada linha auxiliar do PSOL de Ronaldo Mansur contra o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União).
Jerônimo e Mansur repetiram por diversas vezes que ACM “prometeu uma surra no Lula” e destacaram que ele é neto do finado ex-governador Antonio Carlos Magalhães.
O candidato do PSOL chegou a atribuir os problemas de segurança da Bahia ao carlismo, porque, segundo ele, o PT deu continuidade às políticas de ACM durante os últimos 20 anos.
Mansur também tentou ligar ACM ao longo de todo o debate ao ex-presidente Jair Bolsonaro, a quem se referia como “genocida lá ele”.
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