Moraes está mais enrolado do que Toffoli no caso Master?
Investigadores veem operação para barrar a abertura de um inquérito sobre o ministro no STF, segundo a 'CNN Brasil'
Com base no material analisado até agora, investigadores ligados ao caso do Banco Master avaliam que a situação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, é mais difícil juridicamente do que a do colega Dias Toffoli, registrou a CNN Brasil.
Segundo a emissora, a relação de Toffoli com Daniel Vorcaro parece ser de natureza comercial, devido à compra e venda de parte do resort Tayayá.
A situação de Moraes, no entanto, envolve elementos que sugerem uma atuação do magistrado em favor dos interesses do banqueiro.
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Blindagem de Moraes
Ciente da situação do ministro, a Corte teria iniciado uma operação para barrar a abertura de um inquérito sobre Moraes, segundo os investigadores ouvidos pela emissora.
A operação envolve a fragilização do ministro Nunes Marques para que ele dê um voto contrário à abertura do inquérito.
Advogados ligados ao caso teriam sido os responsáveis por vazar informações que conectam Kevin de Carvalho Marques, filho de Kassio Nunes Marques, ao Banco Master.
Para que uma investigação sobre Moraes seja autorizada, o plenário do STF precisará dar o aval.
Nunes Marques é visto pelos investigadores ouvidos pela CNN Brasil como o fiel da balança para a autorização do inquérito.
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O filho de Nunes Marques
O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) localizou repasses de 18 milhões de reais do Banco Master e da JBS para uma consultoria que contratou o escritório do advogado Kevin de Carvalho Marques, filho do ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal.
Segundo o Estadão, o banco de Daniel Vorcaro pagou 6,6 milhões de reais à Consult Inteligência Tributária entre agosto de 2024 e julho de 2025. A empresa dos irmãos Wesley e Joesley Batista, por sua vez, repassou 11,3 milhões de reais à consultoria.
A Consult, por sua vez, declarou um faturamento de apenas 25,5 mil reais, o que levou o órgão vinculado ao Ministério da Fazenda a classificar as transações como “incompatíveis com a capacidade financeira” da empresa.
Ainda conforme o Coaf, “alguns dos valores podem ter origem não formal”.
Os pagamentos da consultoria ao filho de Nunes Marques totalizaram 281.630 reais no período analisado.
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Comentários (2)
O q não falta é Ministro no STF assustado com os esqueletos no armário (corrupção mata)...
Annie
07.04.2026 10:18A maioria do STF vai jogar tudo para debaixo do tapete.