Ministros entram de férias para ajudar na campanha eleitoral de Lula
Pelo menos quatro integrantes da Esplanada dos Ministérios tiraram férias para auxiliar no projeto de reeleição do presidente da República
Pelo menos quatro ministros do governo Lula decidiram tirar férias na reta final da campanha eleitoral para atuar na tentativa de reeleição do presidente da República.
Estão oficialmente de férias Alexandre Silveira (Minas e Energia), Luciana Santos (Ciência e Tecnologia), Sidônio Palmeira (Secom, foto) e Esther Dweck (Gestão e Inovação).
Responsável pela comunicação do governo, Sidônio integra a equipe de campanha de Lula e acompanhou o presidente durante o debate da TV Band, realizado no domingo, 18. Para se dedicar à campanha, ele entrou de férias no dia 13 e permanecerá afastado até 23 de outubro.
Análise: Em debate duro na Band, Flávio repisa mais os temas de sua campanha que Lula
Silveira, considerado um dos principais interlocutores de Lula com o agronegócio, também ficará de férias até 23 de outubro. O afastamento começou nesta segunda-feira, 19, na última semana da campanha.
Dweck também optou por tirar férias durante a semana decisiva da disputa eleitoral. Luciana Santos inicia o período de afastamento nesta terça-feira, 20, e permanecerá de férias até 23 de outubro.
Realtime aponta vantagem de 3 pontos para Flávio Bolsonaro
Pesquisa Realtime Big Data, divulgada nesta terça-feira aponta Flávio com três pontos de vantagem sobre Lula no segundo turno da eleição presidencial, marcado para o próximo domingo, 25.
O filho de Jair Bolsonaro tem 48% das intenções de voto, contra 45% do petista.
Brancos e nulos são 5%; indecisos, 2%.
Considerando apenas os votos válidos, Flávio tem 52% e Lula, 48%.
A rejeição de Lula no levantamento é de 35%, ante 33% de Flávio Bolsonaro.
Ambos são rejeitados por 28% dos entrevistados.
Outros 4% não rejeitam nenhum.
Realtime Big Data
A Realtime Big Data ouviu 2 mil eleitores por telefone entre 15 e 19 de outubro.
A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%.
O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02952/2026.
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