Flávio associa caso do PCC ao governo Lula e mira Lulinha em vídeo nas redes
Senador voltou a relacionar investigações sobre facções criminosas ao entorno do presidente e citou suspeitas envolvendo o filho de Lula e o chamado "Careca do INSS"
O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) voltou a atacar o governo Lula nesta quinta-feira, 2. Em vídeo publicado nas redes sociais, o parlamentar afirmou que o Executivo “sempre está do lado errado da história” e associou investigações sobre lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC) ao entorno do presidente.
Na gravação, Flávio comentou as sanções anunciadas pelos Estados Unidos contra brasileiros e empresas acusados de integrar esquemas de lavagem de dinheiro ligados ao PCC. Segundo ele, o governo brasileiro teria saído em defesa dos alvos das medidas.
O senador também retomou acusações envolvendo o empresário conhecido como “Careca do INSS”, investigado por suspeitas de fraudes contra aposentados. Flávio afirmou que uma empresa sancionada pelos americanos teria recebido 514 milhões de reais da rede de lavagem atribuída ao investigado.
Na sequência, o parlamentar voltou a mirar Luís Cláudio Lula da Silva, conhecido como Lulinha. Sem apresentar novas provas, disse que o empresário seria “amigão” do investigado, citou viagens ao exterior, supostas tentativas de negócios em comum e afirmou que a Polícia Federal suspeita de uma relação societária entre ambos.
“Quanto mais as investigações contra PCC e Comando Vermelho avançam, mais e mais esquerdistas são expostos. A investigação agora chegou no quintal do Lula”, declarou Flávio no vídeo.
A publicação encerra com o senador afirmando que espera os “próximos capítulos” das investigações e sugerindo que novos desdobramentos poderão atingir pessoas próximas ao presidente.
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