Alcolumbre vota no Amapá: “Viva a democracia”
Presidente do Congresso destacou a participação popular e desejou um dia de paz, respeito e esperança durante a votação
O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União-AP), votou na tarde deste domingo, 4, em Macapá, e fez uma defesa da participação popular no processo eleitoral.
Após registrar o voto, ele ainda desejou um dia de paz, respeito e esperança em todo o Brasil.
“A democracia se fortalece com a participação de cada brasileiro. Viva o Amapá. Viva o Brasil. Viva a democracia”, disse.
No Amapá, Alcolumbre está apoiando a reeleição do governador Clécio Luís (União). Os dois são aliados de longa data, e Alcolumbre participou diretamente da articulação da campanha estadual.
Para o Senado, o presidente do Congresso apoia a reeleição líder do governo Randolfe Rodrigues (PT) e a deputada estadual Alliny Serrão (União), que formam a dupla ao Senado na chapa ligada a Clécio.
A situação de Clécio é desfavorável nas pesquisas. A Real Time Big Data divulgada em 30 de setembro mostrou Dr. Furlan (PSD) com 61% dos votos válidos e Clécio com 39%. A Quaest de 24 de setembro também apontava Furlan na frente, com 53% no total da amostra, contra 40% de Clécio.
As pesquisas indicam uma disputa mais complicada no Senado. Na Real Time Big Data de 30 de setembro, Rayssa Furlan (Podemos) liderava com 30%, enquanto Randolfe e Lucas Barreto (PSD) estavam empatados com 20% pela segunda vaga. Alliny aparecia com 13%, ou seja, fora das duas primeiras posições. A margem de erro era de dois pontos.
Senado vai debater fim da 6×1
Alcolumbre incluiu na pauta do Senado a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que extingue a escala 6×1. As sessões de discussão no plenário ocorrerão na terça-feira, 6, na quarta-feira, 7, e na quinta-feira, 8, em formato semipresencial, logo depois do primeiro turno.
O texto foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) em 2 de setembro. Segundo a nota da Presidência da Casa, o tema “será debatido com responsabilidade, equilíbrio e respeito às diferentes perspectivas envolvidas”.
A PEC é uma das prioridades do governo Lula (PT) no Congresso. Se for aprovada pelo Senado antes de um eventual segundo turno da eleição presidencial, o petista poderá ter sua campanha fortalecida.
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