Alcolumbre vota no Amapá: “Hoje, a palavra é do povo”
Presidente do Senado votou em Macapá e seguirá para Brasília, onde fará visita institucional ao TSE ao lado de Hugo Motta
O presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), votou na manhã deste domingo, 25, em Macapá e defendeu que a liberdade de escolha, a paz e o respeito prevaleçam durante o segundo turno das eleições.
“Hoje, a palavra é do povo. Cada brasileiro tem o direito de fazer sua escolha, com liberdade, consciência e tranquilidade. Podemos pensar diferente, mas compartilhamos a responsabilidade de cuidar do nosso país”, afirmou.
“Que a força do voto seja acompanhada pela força do respeito. E que o compromisso com o Brasil esteja sempre acima das nossas diferenças”, pontuou o parlamentar.
Após votar, Alcolumbre segue para Brasília, onde, às 12h30, fará uma visita institucional ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ao lado do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB).
O presidente Lula (PT) enfrenta o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no segundo turno da eleição presidencial.
Flávio tem 51% dos votos válidos, contra 49% de Lula, segundo pesquisa Datafolha divulgada no sábado, 24.
O resultado configura empate técnico, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.
Na pesquisa anterior, divulgada na última quinta-feira, 22, os dois candidatos apareciam empatados, com 50% dos votos válidos cada um. No início do segundo turno, Flávio estava quatro pontos atrás de Lula.
O levantamento ouviu 4.050 eleitores nos dias 23 e 24 de outubro, com nível de confiança de 95%.
A pesquisa foi encomendada pela Folha e pela TV Globo e registrada no TSE sob o número BR-09540/2026.
Cunha prevê vitória de Flávio
O ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (Republicanos) afirmou na noite de sábado, 24, que espera uma vitória de Flávio sobre Lula por cerca de 3,4 milhões de votos no segundo turno da eleição presidencial, que ocorre neste domingo, 25.
“A minha previsão para amanhã é de vitória de Flavio por uma diferença de cerca de 3 milhões e 400 mil votos. Vamos ver se eu acerto o placar”, escreveu no X.
Cunha concorreu a deputado federal por Minas Gerais em 2026, mas não foi eleito, tendo recebido apenas 32.057 votos.
Como mostramos, ele colocou a culpa da derrota na Justiça Eleitoral. “Eu disputei a eleição para deputado federal por Minas Gerais, mas tive os meus votos anulados sub judice, em função de uma impugnação acolhida pelo TRE-MG, que simplesmente resolveu declarar uma lei complementar inconstitucional”, reclamou o ex-presidente da Câmara em artigo publicado no site Poder360, no qual tem uma coluna.
“Por óbvio, eu recorri, mas não houve tempo, até a data da eleição, de o meu recurso ser apreciado pelo TSE, o que culminou em um prejuízo eleitoral sem precedentes. Com a divulgação maciça de que os votos na minha candidatura não seriam válidos, aqueles que gostariam de votar em mim ficaram em uma situação de dúvida, pois ninguém gosta de perder o seu voto”, seguiu Cunha no texto, no qual alude ao exemplo do processo do ex-governador Anthony Garotinho, que conseguiu colocar seu nome na urna na disputa pelo governo do Rio de Janeiro apesar de estar inelegível.
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