Zambelli, Zumbi, Besouro, e o Pix que voou
Se Zabelê voa, Zumbi resiste e Besouro bate asas, Zambelli foge. Rica. Prometendo, como uma Fênix, ressurgir. Será?
Zabelê, Zumbi, Besouro. Deputada fabricando golpe. A vespa voou e levou consigo a vaquinha patriota: “Se você pode doar um real, então doe um real. Se pode mais, doe mais”. Linda Juventude? Bem, na Europa, fica sempre melhor. Carla Zambelli não virou tesouro nem joia marrom. Virou ré, e deu no pé.
A valente, que sonhava em prender ministro do Supremo, poderá figurar nas manchetes do jornalzinho da Interpol. Virou meme, virou nota, virou página de um livro ruim. Se a Via Láctea brilha por nós, por certo não está a iluminar a agora foragida. Até porque, de vidas pequenas na esquina, o infinito está lotado.
Se Zabelê voa, Zumbi resiste e Besouro bate asas, Zambelli foge. Rica. Prometendo, como uma Fênix, ressurgir. Será? Bem, se o camburão não a encontrar, talvez. Pobre de mim, pobre de nós, que ainda temos de aguentar a ladainha vitimista persecutória. Como escrevi antes, esse pessoal não tem dignidade.
La dolce vita
Zabelê, digo Zambelli, fez vídeo. Postou. Pose de perseguida política, que não é. Cenário fake como a personagem que criou. Voz leve, indignação calculada. Disse que não fugiu, que está doente, que precisa se tratar. Mas a doença não tem cura, todos sabem. Medo crônico de tornozeleira eletrônica sem conexão bluetooth.
Justo ela, que queria salvar a pátria, agora se agarra ao diagnóstico e ao habeas corpus emocional dos seguidores. De justiceira de plenário a mártir de Instagram. De pistoleira de asfalto paulistano a paciente internacional. Zambelli não apenas caiu. Se antecipou à queda. Mas cante, deputada, que te quero bem.
Enquanto o Judiciário atualiza seus sistemas, ela testa novos filtros: cais e calor. Planeja o futuro e reza – não a Deus, mas ao algoritmo – por algum engajamento milagreiro que a livre de uma janela quadrada: “claro como o sol raiou”. A patriota deu no pé. Brava gente brasileira.
Linda Juventude
Zabelê, Zumbi, Besouro. Vespa fabricando mel. Guardo o teu tesouro. Joia marrom. Raça como nossa cor.
Nossa linda juventude. Página de um livro bom. Canta que te quero. Cais e calor. Claro como o Sol raiou. Claro como o Sol
Maravilha, juventude. Pobre de mim, pobre de nós. Via Láctea, brilha por nós. Vidas pequenas da esquina.
Fado, sina, lei, tesouro. Canta que te quero bem. Brilha que te quero. Luz, andaluz. Massa como o nosso amor.
Nossa linda juventude. Página de um livro bom. Canta que te quero. Cais e calor. Claro como o Sol raiou. Claro como o Sol
Maravilha, juventude. Tudo de mim, tudo de nós. Via Láctea, brilha por nós. Vidas bonitas da esquina.
Zabelê, Zumbi, Besouro. Vespa fabricando mel. Guardo o teu tesouro. Joia marrom. Raça como nossa cor.
Nossa linda juventude. Página de um livro bom. Canta que te quero. Cais e calor. Claro como o Sol raiou. Claro como o Sol raiou.
(Flávio Venturini, Márcio Borges – 14 Bis)
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Comentários (1)
Fabio B
03.06.2025 15:12Cometem crimes, fogem posando de "exilados" e sempre pedem PIX.