Trump faz bolsonaristas de trouxas: Banana brazuca não paga tarifa nos EUA
Dudu Bananinha, agora, vai precisar explicar à bolha, como sua exigência de absolvição prévia morreu sem deixar testamento
A vida, às vezes, se encarrega de colocar as coisas e os personagens no devido lugar. Na quinta-feira, 20, foi dia de o bufão alaranjado, Donald Trump, do alto de sua megalomania narcisista e imprevisibilidade calculada, anunciar que irá reduzir as tarifas de 50% – já em 40% após a redução recentemente anunciada de 10% -, sobre boa parte dos produtos brasileiros sobretaxados.
Não. Não foi milagre. Não foi reza braba da Janja. Não foi Eduardo Bolsonaro abrindo as portas em Washington ou a senadora Damares fazendo promessa. Na verdade, foi exatamente o contrário do que Dudu Bananinha, o camisa 10 de Lula, jurava em suas aparições patéticas nas redes sociais: o governo brasileiro foi ouvido. E quem agora é citado na declaração de Trump é Lula, não o papai Jair.
Eduardo tinha certeza absoluta de que só ele poderia negociar o tal tarifaço. Criou aquela fantasia de que o Brasil estava de castigo, isolado, ignorado, mendigando atenção. Só haveria conversa se seu pai fosse absolvido pelo STF ou anistiado pelo Congresso. Até lá, silêncio. Ninguém atenderia Brasília. Washington só falaria com o príncipe herdeiro. Ele se imaginava como intérprete exclusivo entre as cortes imperiais.
Banana nanica
O azar do clã das rachadinhas é que o mundo real insiste em existir. E ele entrou pela porta da frente da casa onde Bolsonaro encontra-se preso e chutou a cadeira onde o filhote aloprado fazia pose de sábio, antes de fugir do Brasil. Trump explicou que “Há negociações com o governo brasileiro”, mencionou Lula pelo nome e falou do julgamento de Bolsonaro, olhando não para quem chia, mas para a inflação americana.
O bolsonarismo tentou vender, por meses, a versão de que o Brasil seria irrelevante enquanto Lula estivesse no Planalto. Porém, a realidade comercial e os bilhões de dólares em jogo atropelaram o enredo, e o próprio Trump, ídolo da turma, fez questão de lembrar que, quem fala pela República Federativa do Brasil, não é o menino ressentido que vive de gravar vídeos com teorias conspiratórias.
Dudu Bananinha, agora, vai precisar explicar à bolha, como é que um país “Que não será ouvido” foi ouvido. Como é que o “Tarifaço é inevitável” virou tarifa zero. Como é que sua exigência de absolvição prévia morreu sem deixar testamento. E como Trump, ao falar do Brasil, “cagou e andou” para Jair Bolsonaro. O título de palhaço honorário do ano caiu no colo de Eduardo. Banana brasuca não paga tarifa nos EUA.
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Comentários (5)
FRANCISCO JUNIOR
21.11.2025 14:49De nada adianta, a seita bolsonarista vai continuar a enaltecer qualquer um ungido pelo Messias, e os filhos são os primeiros ungidos. Infelizmente. E a câmara, que não cassa o meliante? E será que agora vai cassar o Ramagem?
Iara Marion Santos Rodrigues
21.11.2025 13:24Banana nanica kkkkkkkkkk
Rafael Tomasco
21.11.2025 12:30Sr. MARCEL SILVIO HIRSCH, até reconsidero usar o termo bananinha, as pobres e nutritivas bananas não são equiparáveis a um traste como Eduardo Salnorabo
Rosa
21.11.2025 11:11Kkkkk, boa.
MARCEL SILVIO HIRSCH
21.11.2025 11:06Ricardo, parabéns. "O bufão alaranjado, do alto de sua megalomania narcisista e imprevisibilidade calculada" define muito bem o auto proclamado pacificador de nove ou sei lá, dez guerras mundiais. Lamento apenas o uso da palavra "palhaço" para denominar o bananinha. Palhaços são profissionais honrados que não merecem tal ofensa.