“País voltou a crescer”, diz Gleisi ao deixar governo para concorrer ao Senado
Deputada do PT é pré-candidata a senadora pelo Paraná; Lula ainda não definiu substituto para a as articulações políticas
A deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR) deixa oficialmente o cargo de ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais (SRI) do governo Lula (PT), para concorrer ao Senado pelo Paraná nas eleições deste ano. Pelas regras eleitorais, um ministro de Estado só pode disputar a eleição se deixar o cargo pelo menos seis meses antes do pleito. Neste ano, a data final para desincompatibilização é 4 de abril.
Gleisi confirmou a saída do governo nesta sexta por meio de publicação no X, em que celebra ações adotadas pelo governo no período em que esteve à frente da articulação política com o Congresso. Segundo a petista, “o país voltou a crescer”.
“Hoje começo uma nova caminhada, encerrando oficialmente o período em que tive o privilégio de servir ao governo do presidente Lula na Secretaria de Relações Institucionais. Foi um ano de muito trabalho pelo projeto de desenvolvimento do Brasil voltado para a imensa maioria da população”, inicou Gleisi.
“Nosso governo zerou o imposto de renda de quem ganha menos e taxou quem ganha mais; criou o Gás do Povo, a Luz do Povo, o Pé de Meia, fortaleceu a Farmácia Popular, o Minha Casa Minha Vida e o Pronaf. O salário-mínimo e a renda das famílias tiveram aumento real, o desemprego é o menor da história e o país voltou a crescer“.
Ela prosseguiu: “Orgulho de ter estado ao lado do presidente Lula na defesa da democracia e da soberania nacional contra os traidores da pátria. Sou pré-candidata ao Senado para defender nosso querido Paraná. E para avançar nosso projeto de país, com prioridade total para o desenvolvimento do Brasil e condições de vida cada vez melhores para o povo brasileiro”.
Por enquanto, Lula não definiu um susbstituto para a petista no comando da SRI. Gleisi se tornou ministra-chefe em 10 de março de 2025, sucedendo Alexandre Padilha.
Ela é filiada ao PT desde 1989. Foi presidente nacional do partido de 2017 a 2025. Além disso, já exerceu o posto de senadora pelo Paraná, de 2011 a 2019. A petista nasceu em Curitiba, em 6 de setembro de 1965. Em sua trajetória ainda, foi secretária municipal de Gestão Pública de Londrina (PR), de 2001 a 2003.
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Comentários (1)
Marian
03.04.2026 22:37A única trajetória de crescimento que vejo, é a dúvida pública. Este ano pode chegar a 10 trilhões não é mesmo? Crescimento para baixo