Opinião
Opinião
A saída de Dallagnol mostra que a Lava Jato é mais um monumento abandonado no Brasil
A Lava Jato perdeu os seus dois maiores símbolos: Sergio Moro e Deltan Dallagnol. Ambos sofreram e sofrem uma campanha de perseguição odiosa e bem articulada. Ela começou no Partido dos Trabalhadores e ganhou adeptos no Supremo Tribunal Federal, depois que tubarões de PSDB e PMDB entraram na linha de tiro. Encorpou-se com advogados de réus, todos com bom trânsito na imprensa, e encontrou uma grande caixa de ressonância no jornais que divulgaram mensagens roubadas por hackers estelionatários. A campanha de perseguição acabou agregando a extrema direita, após Moro ter saído atirando do Ministério da Justiça...
O presidencialismo está envenenado pela reeleição
O STF precisa conter a escalada de Alexandre de Moraes contra a liberdade de expressão
O Rio de Janeiro é um retrato do próprio Rio de Janeiro
A Europa dos 750 bilhões de euros é um pesadelo para a direita soberanista
O doutor da recém-falecida (e ressuscitada) cloroquina
O teste positivo para Covid-19 de Jair Bolsonaro ressuscitou a recém-falecida cloroquina -- ou a sua versão mais branda, a hidroxicloroquina --, morta e enterrada por estudos científicos sérios como panaceia para a doença causada pelo novo coronovírus. Em 27 de março, logo depois de decretada a quarentena em São Paulo, Mario Sabino escreveu um artigo para a Crusoé sobre o primeiro divulgador da substância no Ocidente, o francês Didier Raoult...
Cure-se, Bolsonaro, inclusive de si próprio
Esperemos que Jair Bolsonaro se cure da Covid-19, sem maiores percalços. A cura, no entanto, não poderia dar margem a que o presidente da República a creditasse a um remédio -- a hidroxicloroquina -- cujo uso para a doença não é prescrito ou que ele passasse a menosprezar ainda mais a Covid-19 como "gripezinha". Mas ele já faz ambas as coisas ainda doente...
A saúde de Bolsonaro é fato de Estado, antes de ser fato individual
Jair Bolsonaro e seu séquito de fanáticos passaram os últimos tempos dizendo que o presidente da República tinha o direito não mostrar os resultados dos seus exames para Covid-19, por se tratar de fato privado. Que a sua palavra bastaria para dissipar qualquer dúvida. Não é verdade...
Foi Bolsonaro que absolveu Mandetta
Na edição semanal da Crusoé, Mario Sabino escreveu sobre Jair Bolsonaro e Luiz Henrique Mandetta, o ministro da Saúde que teve um início marcado pela desconfiança, foi cacifado pelo presidente e agora mantém uma relação tensa com o inquilino do Planalto. "A escolha de Mandetta parecia ser um mau começo para um governo que pretendia ser um farol da moralidade pública...
O cérebro político de Lula e Bolsonaro
Fuja do livro recomendado por Karnal
Dino é sorteado relator do pedido da PF por terceiro inquérito contra Lulinha
União Brasil rompe com PL e complica Flávio no Rio
Ninguém leu o diário de Fauci
Advogado de Lulinha se reúne com ministro da Justiça
O patrimônio milionário de Manuela d’Ávila
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