Hamas fez evento com corpos de bebês. Quem ainda apoia?
Eu não sou judia e você não precisa ser judeu para se manifestar sobre esse assunto.
O Hamas promoveu um evento que choca qualquer um que tenha um pingo de humanidade na alma. Caixões de bebês e civis assassinados foram exibidos em uma espécie de celebração, acompanhada por música e danças. O detalhe mais grotesco? Famílias palestinas levando suas crianças para assistir ao espectáculo de barbárie.
O sequestro de uma mãe e seus bebês, sequestrados dentro de casa durante um cessar-fogo, foi documentada pelos próprios terroristas. As imagens revelam os momentos de horror, com a mãe tentando proteger os filhos enquanto os assassinos debocham da cena. Não se trata de uma reação de guerra, mas sim de um ato premeditado de crueldade.
O Hamas também torturou e assassinou um jornalista aposentado que, ironicamente, dedicou sua vida à defesa dos direitos dos palestinos. Ele trabalhava no programa humanitário que levava crianças palestinas para receber tratamento médico em Israel. Foi sequestrado e morto pelos mesmos que ele tentava ajudar. O corpo desse homem, assim como os de outros civis, foi levado ao evento do Hamas e exibido em meio à euforia dos gazenses.
Esse episódio deve servir como um alerta definitivo. Não é mais possível alegar ignorância sobre a natureza do Hamas. Quem ainda ousa justificar ou relativizar essas ações precisa ser questionado diretamente: você é a favor do assassinato de bebês? Você é a favor de celebrar a tortura e o massacre de civis? O silêncio cúmplice e as narrativas relativistas não são mais opção.
O jogo de manipulação emocional para calar os que denunciam essas barbaridades também precisa ser desmascarado. Um truque comum utilizado por simpatizantes do Hamas é o chamado “whataboutism”, a tática de mudar de assunto para desviar a atenção do crime em questão. Quando alguém manifesta indignação pelos bebês assassinados, imediatamente aparecem para questionar: “E as mulheres e crianças mortas por Israel?”. A intenção é sempre a mesma: calar as vozes que denunciam o terror. A resposta é simples: “Por que tanto esforço em silenciar quem denuncia o assassinato de bebês? Você é a favor disso?”.
A propaganda terrorista tem sido incrivelmente eficiente em infiltrar suas narrativas, especialmente entre os jovens. O apoio ao Hamas por parte de grupos feministas e militantes LGBT é um exemplo absurdo dessa manipulação. O mesmo Hamas que eles defendem é o grupo que tortura homossexuais e reduz as mulheres a cidadãs de segunda classe sem direito algum. Como é possível que movimentos que se dizem defensores dos direitos humanos compactuem com uma organização cujo objetivo declarado é a erradicação de judeus e a destruição de Israel?
A verdade é que não se trata de uma luta por terras ou por autodeterminação. O estatuto do Hamas é claro: o grupo não busca a coexistência entre dois estados, mas sim a aniquilação de Israel e de todos os judeus. Eu não sou judia e você não precisa ser judeu para se manifestar sobre esse assunto. Esse não é um tema apenas dos judeus, mas de qualquer pessoa comprometida com a preservação dos valores ocidentais.
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Comentários (3)
Marcia Elizabeth Brunetti
21.02.2025 09:13Sei que seria antiético a Madá fazer este trabalho, mas gostaria de ver uma crônica falando sobre aqueles que ainda apoiam a Esquerda. Não só pessoas de rua, mas as mídias, repórteres, colunistas, comentaristas. O povo na rua normalmente não tem argumentos. Agora, profissionais tem a obrigação de oferecer fatos para defender suas posições. O que Reinaldo Azevedo está oferecendo de narrativa? Ou está fingindo que não viu?
Marcelo José Dias Baratta
21.02.2025 02:35Penso, não se trata nem de preservação de valores ocidentais, trata-se de valores humanos mais básicos e essenciais, de preservação da vida, valores institivos, esses doentes do Hamas e os que o apoiam, não têm em seus corações esses valores. Ocorre que há um emburrecimento dessa legião nova que chamo de geração líquida, sem solidez alguma, já vi, por exemplo, em movimentos que defendem causas LGBTQIA+, pessoas desfilando com uma camiseta estampada com a figura de Che Guevara, será que eles não sabem que Che e Cia matou homossessiais em Cuba aos montes? Será? Ou é esse processo de emburrecimento por que passa a hiumanidade? Dia desses, em frente onde moro, um casal gay, duas meninas novas, me aproximei e pergunguntei se eram um casal, disseram que sim, ofereci um refrigerante, como forma de me aproximar e ser educado, perguntei a quanto tempo eram gays, uma respondeu de pronto, já tem muito tempo, perguntei a idade delas, essa que respondeu que já tinha muito tempo que era gay, me disse ter 16 anos, a outra 17; percebe-se que a necessidade de auto afirmação quanto ao tempo de gay, afirmação de uma convicção já de longa data, tudo pra impresssionar. Disse-lhes então, falarei pra vocês sobre ciência, biologia, natureza, não vou entrar na questão religiâo, crença ou coisa parecida. Falei: À natureza, o que interessa, no que diz respeito às espécies, nos, seres humanos somos uma espécie pra natureza. Respondi: Só interessa uma coisa à natureza, a perpetuação das espécies. O que é isso, perguntaram elas, expliquei, perpetuar uma espécie é preservar ela, fazer com que ela continue a existir, aí entenderam. Perguntei então: Mulher com mulher perpetua a espécie?, Como assim, perguntaram? Expliquei mais, mulher com mulher procria? Não, responderam elas. Homem com homem procria? Não responderam elas. Então o homosseussualismo é contra a natureza. Afirmei. Ficaram pensando, Falei isso pra vocês pensarem mesmo, pensem nisso! O que percebo, que a juventude está incorporando hábitos tidos como normais, que é escolha de cada um e todos têm que aceitar e entender, pe assim mesmo, cada um tem total liberdade de escolher o que quiser, e assim caminha a humanidade. Lamentável.
Marian
20.02.2025 21:58Acredite, tem gente que apoia. Apenas a narrativa importa não é?