‘Se tudo funcionar bem, teremos uma reunião trilateral’, diz Trump
Após se reunir com Putin na sexta, 15, o presidente americano recebeu o líder ucraniano, Volodymyr Zelensky, na Casa Branca
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira, 18, que, “se tudo funcionar bem”, ele, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, e o ditador da Rússia, Vladimir Putin, terão uma reunião trilateral para acabar com a guerra na Ucrânia.
Após se reunir com Putin na sexta, 15, Trump recebeu o líder ucraniano na Casa Branca.
“Teremos uma reunião. Acho que se tudo correr bem hoje, teremos uma reunião trilateral e acredito que haverá uma chance razoável de acabar com a guerra quando isso acontecer”, disse Trump.
Zelensky afirmou que também trabalha para um “engajamento trilateral”.
“Apoiamos a ideia do presidente Trump de interromper esta guerra, de encontrar uma maneira diplomática de encerrá-la. E estamos prontos para uma negociação trilateral”, disse.
Questionado sobre garantias de segurança, Trump prometeu fornecer “muita ajuda” a Kiev.
“Haverá muita ajuda em termos de segurança. Haverá muita ajuda. Vai ser bom. Eles são a primeira linha de defesa porque são a Europa. Mas nós também vamos ajudá-los. Estaremos envolvidos”, disse.
Ao ser perguntado se os Estados Unidos poderiam enviar tropas de paz à Ucrânia, Trump afirmou: “Vamos trabalhar com todos e garantir que tudo esteja bem. Vamos trabalhar com a Rússia. Vamos trabalhar com a Ucrânia. Vamos garantir que tudo funcione”.
Tudo depende de Zelensky, Trump?
Donald Trump atribuiu no domingo, 17, a responsabilidade do conflito a Zelensky, embora a Ucrânia tenha sido invadida pelas tropas do ditador Vladimir Putin.
“O presidente Zelensky da Ucrânia pode encerrar a guerra com a Rússia quase imediatamente, se quiser, ou pode continuar lutando. Lembre-se de como tudo começou. Sem a Crimeia de Obama (12 anos atrás, sem um único tiro disparado!), e SEM A ENTRADA NA OTAN DA UCRÂNIA. Algumas coisas nunca mudam!!!”, disse Trump na rede Truth Social, em referência à anexação da península pela Rússia em 2014, durante o governo do democrata Barack Obama.
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