Morre o senador Lindsey Graham, um dos principais aliados de Trump
Presidente dos EUA lamenta morte do republicano: “Uma das melhores pessoas que conheci”
O senador republicano Lindsey Graham, um dos principais aliados do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, morreu neste sábado, 11, aos 71 anos. O gabinete do parlamentar informou que a morte ocorreu após uma “doença breve e repentina”.
Segundo a imprensa americana, equipes de emergência foram acionadas para atender uma ocorrência médica na residência de Graham, em Capitol Hill, em Washington.
Trump prestou homenagem ao senador em uma publicação na rede Truth Social.
“O senador Lindsey Graham, uma das melhores pessoas e senadores que já conheci, faleceu! Ele estava sempre trabalhando e era um verdadeiro patriota americano. Lindsey fará muita falta!”, escreveu.
Defensor de Israel
Representante da Carolina do Sul, Graham chegou ao Senado em 2002, após ter sido eleito para a Câmara dos Representantes em 1994.
Ao longo da carreira, presidiu o Comitê de Orçamento do Senado e ganhou destaque nas áreas de defesa e política externa.
Embora tenha sido um crítico de Trump durante a campanha presidencial de 2016, quando chegou a afirmar que uma candidatura do empresário poderia destruir o Partido Republicano, Graham se tornou um dos principais aliados do presidente após a vitória eleitoral.
O senador era conhecido pela defesa de uma política externa intervencionista, pelo apoio a Israel e por posições duras contra o Irã.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que o país perdeu “um dos seus maiores amigos”.
O presidente de Israel, Isaac Herzog, também lamentou a morte e disse que “nunca esqueceremos como ele esteve ao lado do povo de Israel em nossos momentos mais difíceis”.
Nos últimos anos, Graham também atuou como defensor da ajuda militar à Ucrânia e manteve participação ativa em debates sobre segurança internacional.
Poucos dias antes de morrer, esteve em Kiev e afirmou que a China poderia ter papel decisivo nas negociações para encerrar a guerra entre Rússia e Ucrânia.
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