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Crusoé: Equador tem até abril para votar medidas de segurança emergenciais

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2 minutos de leitura 16.02.2024 12:29 comentários
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Crusoé: Equador tem até abril para votar medidas de segurança emergenciais

Corte eleitoral do país definiu que pacote de decisões tomadas pelo presidente Daniel Noboa, colocando o estado em guerra com traficantes, tem de ir a referendo

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Crusoé: Equador tem até abril para votar medidas de segurança emergenciais
Militares do Exército do Equador durante operação no país. Foto: Forças Armadas do Equador

O Conselho Nacional Eleitoral (CNE), principal instância eleitoral do Equador, definiu que o país irá passar por um referendo em 21 de abril para validar ou não as medidas emergenciais de combate ao crime organizado propostas pelo presidente Daniel Noboa. Depois da fuga da prisão de um dos mais perigosos criminosos do país em janeiro, o país se viu novamente sem controle sobre a segurança pública, e o Exército agora trata gangues como terroristas.

Os 13,6 milhões de eleitores serão chamados a responder 10 questões sobre ações do governo. Entre eles, os equatorianos deverão responde se o Exército deve manter controle de armamentos; se penas para crimes aplicados pelas gangues de crime organizado devem ser majoradas; assim como o papel das polícias e das forças armadas no combate a estes grupos organizados.

O resultado deve ser conhecido no dia seguinte à votação, dia 22 de abril. Até lá, o país já terá enfrentado três meses de um combate às gangues que se assemelha a uma guerra do Estado contra um Estado paralelo, como Crusoé tratou na sua edição 297.

Vale lembrar do que levou o país, do tamanho do estado de São Paulo, a se tornar o mais violento da América do Sul em uma década. Tem a ver com tráfico de drogas, e também com a leniência do governo de esquerda de Rafael Correa.

“A proliferação de organizações criminosas no Equador se explica porque o país fica geograficamente espremido entre a Colômbia e o Peru, os dois maiores produtores mundiais de cocaína”, explicam Gui Mendes e Caio Mattos. À medida que a Colômbia intensificou o combate aos narcotraficantes, ainda nos anos 1990, esses grupos passaram a usar o Equador e a Venezuela como rota de tráfico. No caso venezuelano, o regime chavista acolheu o narcotráfico por interesses econômicos, como meio de contornar as sanções americanas, e por afinidade ideológica às guerrilhas, em especial as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, Farc, intimamente ligada à rota da droga.”

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