Buraco na camada de ozônio diminui e cientista fazem novo aviso
Segundo Celeste Saulo, secretária-geral da OMM, a ciência desempenhou um papel central nesse processo de recuperação.
A recente recuperação da camada de ozônio da Terra é um sinal positivo para o futuro do planeta. De acordo com o Boletim de Ozônio da Organização Meteorológica Mundial, publicado em 2024, o buraco sobre a Antártida tornou-se menor do que nos anos anteriores.
Esse progresso é resultado de ações científicas e internacionais coordenadas.
- A expectativa é de recuperação total até 2066 na Antártida.
- A Convenção de Viena e o Protocolo de Montreal são cruciais para esse avanço.
- Reduzir as substâncias nocivas ao ozônio é essencial para a saúde humana e ambiental.
Como as mudanças climáticas impactam a saúde humana?
As mudanças climáticas provocam diversas alterações na saúde humana, incluindo o aumento dos riscos de câncer de pele e catarata. A recuperação da camada de ozônio contribui para mitigar esses efeitos adversos.
António Guterres, secretário-geral da ONU, destacou que o Protocolo de Montreal foi um exemplo de sucesso multilateral, servindo como lembrete de que a colaboração global pode levar ao progresso.
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Segundo um estudo da ONU, a camada de ozônio já está demonstrando sinais de recuperação. pic.twitter.com/XCWq4KkJel
— Astronomiaum (@astronomiaum) August 29, 2025
Qual é o papel da ciência na recuperação da camada de ozônio?
Segundo Celeste Saulo, secretária-geral da OMM, a ciência desempenhou um papel central na recuperação da camada de ozônio.
A pesquisa científica sólida e a colaboração internacional foram fundamentais para este sucesso.
Por que o protocolo de Montreal é importante para a camada de ozônio?
O Protocolo de Montreal, um tratado internacional criado em 1989, eliminou mais de 99% das substâncias responsáveis pela destruição do ozônio.
Estas eram utilizadas em sistemas de refrigeração, ar-condicionado, espumas e sprays.
A atenção contínua às substâncias nocivas e seus substitutos é necessária, como ressalta Matt Tully, presidente do Grupo Consultivo Científico da OMM sobre Ozônio e Radiação Solar UV.

Emenda de Kigali: Um passo além do protocolo de Montreal
Além do Protocolo de Montreal, a Emenda de Kigali de 2016 prevê a redução gradual de hidrofluorcarbonetos, que são gases de efeito estufa usados como substitutos das substâncias nocivas.
A medida pode significar até 0,5°C de aquecimento global a menos até o final do século.
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