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Assessores de Trump têm plano para acabar com guerra russa na Ucrânia

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Redação O Antagonista
2 minutos de leitura 25.06.2024 14:21 comentários
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Assessores de Trump têm plano para acabar com guerra russa na Ucrânia

A ideia foi concebida pelo tenente-general aposentado Keith Kellogg e Fred Fleitz, que serviram no Conselho de Segurança Nacional durante a presidência de Trump

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Assessores de Trump têm plano para acabar com guerra russa na Ucrânia
Reprodução/Instagram

O ex-presidente dos EUA, Donald Trump, recebeu uma proposta de dois conselheiros influentes para acabar com a guerra russa na Ucrânia. O plano visa fazer com que as duas partes em conflito concordem com um cessar-fogo e iniciem negociações de paz.

Para conseguir isso, Trump deverá dizer à Ucrânia, se vencer as eleições presidenciais dos EUA, que ela só obterá mais armas dos EUA se iniciar conversações de paz. Ao mesmo tempo, deverá ficar claro para a Rússia que a Ucrânia receberá mais apoio dos EUA se Moscou se recusar em concordar com as negociações.

Moscou seria atraído para a mesa de negociação com a promessa de Trump de adiar a possível adesão da Ucrânia à Otan por um período de tempo mais longo.

A ideia foi concebida pelo tenente-general aposentado Keith Kellogg e Fred Fleitz, que serviram no Conselho de Segurança Nacional durante a presidência de Trump.

Em entrevista à agência de notícias Reuters, Kellogg tentou resumir a estratégia: “Estamos dizendo aos ucranianos: ‘Vocês têm que se sentar à mesa. E se não se sentarem à mesa, o apoio dos EUA acabará'”,E dirão a Putin: “Se você não vier à mesa, daremos aos ucranianos tudo o que precisam para matá-los no campo de batalha”.

Em abril deste ano, Donald Trump já havia discutido privadamente um controverso plano para encerrar a guerra entre a Rússia e a Ucrânia. Segundo matéria publicada no Washigton Post, A estratégia sugerida inclui pressionar a Ucrânia a ceder a Crimeia e a região de Donbas à Rússia, um movimento que contrasta fortemente com a política adotada pelo atual presidente Joe Biden, que tem se concentrado em contrariar a agressão russa e fornecer apoio militar a Kiev.

Desde 24 de fevereiro de 2022, a Ucrânia tem-se defendido da invasão russa. Depois do fracasso da ofensiva de Primavera de Moscou, Kiev quis libertar uma grande parte dos territórios ocupados numa ofensiva a partir do início do Verão de 2023. Este plano falhou. Agora a Rússia está avançando novamente em algumas frentes.

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Comentários (3)

Lucas Nogueira Burke

2024-06-25 17:10:25

E dane-se o direito internacional, a soberania dos países a ONU etc. Deixar o agressor com território invadido ilegalmente é dar vitória à barbárie. Já vimos essa política de apaziguamento antes da 2 guerra mundial. O agressor se sente estimulado a continuar invadindo outras nações e usando da força como meio de imposição. Hitler não parou e não se saciou com as propostas simplistas de "paz". Hoje é a Ucrania, amanhã a Europa, depois o que?


Francisco

2024-06-25 16:37:27

O plano é simples, mas nada fácil. Basicamente estão pedindo à Ucrânia para meter o rabo entre as pernas, engolir com farinha as humilhações sofridas e ceder os territórios tomados pela Rússia. Mas só um ingênuo para achar que o carniceiro vai parar ali. Ele já sabe que só tem frouxo nos governos ocidentais.


Marcelo Augusto Monteiro Ferraz

2024-06-25 16:28:20

Pode se esperar o pior entre o topetudo de Wall Street e o gambá de São Petersburgo! Viva o Ocidente, a Ucrânia, a democracia, a liberdade e a paz! 🇺🇦


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