O destino paraibano que abriga um dos mais importantes sítios paleontológicos de pegadas de dinossauros do mundo
Pegadas de dinossauro em Sousa viram atração no sertão
As pegadas de dinossauro em Sousa guardam a história de bicho grande que andou pelo sertão da Paraíba há mais de 140 milhões de anos. O local abriga um dos acervos mais importantes do planeta e chama a atenção de quem ama viagem com um toque de aventura na natureza.
Por que esse pedaço do sertão guarda marcas tão antigas?
O chão da região era uma bacia cheia de lagos e lama mole na época em que os bichos pesados passavam por lá. O clima secou com o tempo, a lama virou pedra dura e preservou o formato dos pés dos animais sem apagar os rastros na rocha.
O parque do Vale dos Dinossauros protege essas marcas para garantir que ninguém estrague esse tesouro do nosso país. Cientistas do mundo inteiro visitam a cidadezinha para estudar a rotina dos bichos que dominavam o continente no passado.

Quais tipos de marcas os visitantes encontram pelo passeio?
Uma caminhada rápida pelas passadeiras suspensas revela rastros gigantescos espalhados perto do leito do rio.
Esta lista mostra as marcas mais comuns gravadas na rocha da região.
- Rastros fundos deixados por saurópodes que pesavam mais de nove toneladas.
- Marcas de três dedos afiados de terópodes carnistas que caçavam na beira da água.
- Caminhos longos de ornitópodes que andavam em bandos pelas lagoas antigas.
Olhar essas marcas de perto dá uma sensação única de viagem no tempo sem sair do chão. O passeio rende fotos lindas e ensina muito sobre o passado da nossa terra.
Qual a diferença de estrutura entre a visitação e a área de pesquisa?
Abaixo você acompanha como o espaço fica dividido para atender os turistas e os cientistas.
A divisão evita que o pisoteio dos turistas estrague os fósseis espalhados pelo chão. A proteção garante que as próximas gerações continuem aproveitando esse passeio incrível no interior.
Como planejar a viagem para não passar calor no sertão?
O sol no interior da Paraíba castiga forte durante quase o ano todo, principalmente no meio do dia. O ideal é chegar bem cedo, por volta de 8h, para caminhar pelas passarelas com uma temperatura mais amena no corpo.
Levar protetor solar, chapéu e uma garrafinha de água ajuda a aguentar o mormaço da tarde sem perrengue. O centro de visitantes conta com guias que explicam cada detalhe das pedras sem enrolação.
O que mais dá para fazer pela cidadezinha paraibana?
Além de ver os rastros dos bichos na rocha, você pode provar a comida típica nordestina nos restaurantes locais. A carne de sol com mandioca frita faz um sucesso danado entre o pessoal que chega cansado das trilhas.
O centro histórico da cidade guarda igrejas antigas e praças bem cuidadas para um passeio tranquilo de fim de tarde. Colocar esse destino no seu roteiro entrega uma experiência rica e bem diferente das praias do litoral.
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