Flamengo cai para o PSG e dá adeus ao sonho do bicampeonato da Copa Intercontinental
Com o vice-campeonato, o Flamengo adia o sonho do bicampeonato mundial e encerra a campanha com premiação de cerca de US$ 4 milhões
O duelo entre Flamengo e PSG (Paris Saint-Germain) na final da Copa Intercontinental da FIFA 2025 terminou em clima de tensão até o último lance.
Após empate por 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação, o título foi decidido nos pênaltis, com vitória francesa por 5 a 3 no Estádio Ahmad Bin Ali, em Al Rayyan, no Catar, em confronto que opôs um elenco rubro-negro experiente a um PSG em busca de seu primeiro título mundial de clubes.
Como foi o desempenho de Flamengo e PSG na final
Dentro de campo, as propostas foram claras: o PSG começou com maior presença ofensiva e posse de bola, explorando erros na saída do Flamengo, enquanto o time brasileiro apostou na consistência defensiva e em transições rápidas.
Aos poucos, o rubro-negro ajustou a marcação, equilibrou as ações e levou a decisão para um roteiro de forte carga emocional.
O primeiro tempo teve domínio territorial do PSG, que pressionou a saída de bola e utilizou bastante as laterais.
Aos 37 minutos, em cruzamento pela direita, o goleiro Rossi se atrapalhou na interceptação, e Kvaratskhelia aproveitou a sobra para abrir o placar e colocar o time francês em vantagem na final.
Como o Flamengo reagiu no segundo tempo
Na etapa final, o Flamengo adiantou as linhas, aumentou a presença ofensiva e passou a rondar mais a área adversária.
A pressão deu resultado aos 16 minutos, quando o árbitro assinalou pênalti após jogada na área, convertido por Jorginho para empatar o duelo e reacender a esperança rubro-negra.
Depois do gol, o jogo ficou mais aberto, com alternância de chances para ambos os lados, mas sem mudança no placar até o fim do tempo regulamentar.
A postura mais agressiva do Flamengo contrastou com o controle de posse do PSG, que tentou administrar o resultado e explorar espaços nas costas da defesa carioca.
Gol de JORGINHO! Final de Intercontinental
— MT2 (@madrid_total2) December 17, 2025
PSG 1-1 Flamengo
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O que aconteceu na prorrogação da decisão
Com o empate em 1 a 1, a decisão foi para a prorrogação, marcada pelo desgaste físico e por ajustes táticos das duas comissões técnicas.
Filipe Luís lançou Pedro, De La Cruz e Cebolinha para aumentar a presença na área e a mobilidade pelos lados, enquanto o PSG reduziu o ritmo e apostou em contra-ataques pontuais.
Mesmo com mais peças ofensivas, o Flamengo encontrou dificuldades para furar o bloqueio francês, e as chances claras diminuíram.
A arbitragem de Ismail Elfath contou com participação do VAR, incluindo a anulação de um gol do PSG por impedimento, mantendo o placar inalterado até os pênaltis.
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Os QUATRO pênaltis perdidos pelo Flamengo e a comemoração do título mundial do PSG.pic.twitter.com/1NEzUdxTlp
— Dirso Ament (@dirsoament) December 17, 2025
Como foi a disputa de pênaltis
Na marca da cal, o título foi definido pelo desempenho dos goleiros e pela eficiência dos cobradores.
O Flamengo teve apenas De La Cruz convertendo, enquanto Pedro, Léo Pereira, Luiz Araújo e Saúl Ñíguez pararam em Safonov, que se tornou o grande nome da decisão.
- Flamengo: 1 acerto (De La Cruz) e 4 cobranças defendidas por Safonov.
- PSG: 5 cobranças convertidas, apesar dos erros de Dembélé e Barcola.
- Safonov: quatro defesas em sequência, garantindo o título inédito ao PSG.
Quais são as consequências da derrota para o Flamengo e o impacto do título para o PSG
Com o vice-campeonato, o Flamengo adia o sonho do bicampeonato mundial e encerra a campanha com premiação de cerca de US$ 4 milhões, além de reforçar a imagem de elenco competitivo diante de um adversário de alto investimento.
O desempenho será analisado pela diretoria, tanto pela evolução tática sob comando de Filipe Luís quanto pelas decisões tomadas na final.
Para o PSG, o título representa um marco histórico e consolida a projeção internacional do clube, somando um troféu mundial às campanhas de destaque na Europa.
Já o Flamengo leva do Catar experiência em mata-matas contra equipes europeias, o que pode servir de base para futuras participações em torneios organizados pela FIFA.
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