Caçadora mira bicampeonato de captura de pítons de olho em prêmio de R$ 51 mil; procura por cobras levam até 10 horas por dia
O torneio foi criado para ajudar no controle das pítons-birmanesas, espécie exótica que se espalhou pelos Everglades e ameaça o equilíbrio ambiental da região.
Taylor Stanberry, uma caçadora especialista em captura de pítons voltou aos Everglades, na Flórida (EUA), com um objetivo ambicioso: conquistar o bicampeonato da tradicional competição que recompensa quem retirar o maior número de pítons-birmanesas invasoras.
Além da fama, a vencedora pode levar um prêmio de US$ 10 mil, cerca de R$ 51 mil.
Por que a competição contra pítons acontece todos os anos
O torneio foi criado para ajudar no controle das pítons-birmanesas, espécie exótica que se espalhou pelos Everglades e ameaça o equilíbrio ambiental da região.
Sem predadores naturais, essas serpentes se reproduzem rapidamente e colocam em risco diversas espécies nativas.
A disputa reúne caçadores experientes que passam horas percorrendo áreas de mata e brejos em busca dos animais, transformando o desafio em uma importante ação de conservação ambiental.
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The Florida Python Challenge is officially back! 🐍💰
— Lj Priest (Trader Jill) (@RealTraderJill) July 10, 2026
(Welcome to Florida, or as I like to call it, Jurassic Park!)
Hunters are out in the Everglades right now competing for a share of $25,000 in prizes by removing invasive Burmese pythons.
The reigning champ, Taylor Stanberry,… pic.twitter.com/5SeDBIjo7O
Quanto vale o prêmio e como funciona a disputa
O grande vencedor recebe US$ 10 mil, valor equivalente a aproximadamente R$ 51 mil. Além da principal recompensa, existem outras categorias que tornam a competição ainda mais disputada.
Entre os destaques da premiação estão:
- Maior número de pítons capturadas;
- Maior serpente encontrada durante o evento;
- Categorias específicas para diferentes perfis de participantes.
Confira mais detalhes do trabalho da caçadora de pítons no vídeo abaixo do canal “WINK News”
Qual foi o resultado da última edição
A edição anterior mostrou o alto nível da competição. O campeão conseguiu remover 60 pítons durante o período do desafio, estabelecendo uma marca que serve de referência para os competidores deste ano.
Agora, a caçadora que venceu anteriormente tenta repetir o desempenho e superar os adversários em mais uma maratona pelos Everglades.
Meet Taylor Stanberry.
— Goodable (@Goodable) July 8, 2026
She entered a 10-day contest that sends hunters into the Everglades to remove invasive pythons.
She caught 60 pythons, won $10,000, and became the first female grand-prize winner, all while protecting a fragile ecosystem. 🐍 pic.twitter.com/7ZFdjNHBY7
Como as pítons afetam a fauna da Flórida
Autoridades e especialistas afirmam que as pítons representam uma das maiores ameaças à biodiversidade local. Elas se alimentam de aves, mamíferos e outros animais, reduzindo populações importantes para o ecossistema.
Por isso, a competição vai além do aspecto esportivo. A remoção das serpentes faz parte das estratégias adotadas para diminuir os impactos causados pela espécie invasora.
Por que o desafio chama tanta atenção
Além do prêmio milionário em reais, a competição desperta interesse pela dificuldade da missão. Encontrar pítons escondidas em um dos ambientes mais complexos dos Estados Unidos exige preparo físico, experiência e muita paciência.
Com essa combinação de recompensa financeira e preservação ambiental, o torneio se consolidou como um dos eventos mais curiosos da Flórida e continua atraindo competidores em busca do título.
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