Pouco peso, câmbio simples e motor pequeno fazem desta moto uma ferramenta para quem só precisa sair de casa gastando pouco
Com apenas 88 kg, motor de 109,5 cm³ e câmbio semiautomático, a pequena moto prioriza deslocamentos simples e baixo custo de entrada.
Nem todo deslocamento exige potência alta, carenagens grandes ou uma longa lista de equipamentos. A Honda Pop 110i ES 2027 pesa apenas 88 kg a seco, usa motor de 109,5 cm³ e câmbio semiautomático de quatro marchas, combinação criada para simplificar trajetos urbanos e manter custos contidos.
Quanto pesa a Honda Pop 110i e por que isso importa?
O peso seco é de apenas 88 kg. Uma motocicleta leve exige menos esforço em manobras de garagem, mudanças de direção em baixa velocidade e deslocamentos com o motor desligado, situações frequentes para quem utiliza o veículo diariamente.
A ficha técnica da Pop 110i ES 2027 informa ainda assento a 747 mm do solo e entre-eixos de 1.238 mm. As medidas reforçam a proposta de uma motocicleta pequena e acessível para uso urbano.

Como funciona o câmbio semiautomático de quatro marchas?
A transmissão tem quatro velocidades e dispensa alavanca manual de embreagem. O piloto continua selecionando as marchas com o pé, mas o sistema faz o acoplamento da embreagem automaticamente, reduzindo uma etapa da operação.
O mecanismo mantém a simplicidade de uma transmissão por marchas sem exigir o mesmo controle de manete de uma motocicleta convencional. Para deslocamentos com muitas paradas, isso pode tornar a condução menos trabalhosa.
Os principais números mostram como o projeto permanece simples:
O motor pequeno é suficiente para a proposta urbana?
O monocilíndrico de 109,5 cm³ é refrigerado a ar e alimentado por injeção eletrônica PGM-FI. Ele desenvolve 8,4 cv a 7.250 rpm e torque máximo de 0,945 kgfm a 5.000 rpm, usando exclusivamente gasolina.
A potência deixa claro o foco do projeto: deslocamentos cotidianos em velocidades urbanas, e não alto desempenho rodoviário. A baixa cilindrada também acompanha dimensões compactas e massa reduzida, evitando carregar motor maior do que a proposta realmente exige.
Onde aparece a economia na rotina?
O tanque comporta apenas 4,2 litros, mas capacidade pequena não deve ser confundida diretamente com consumo baixo. A fabricante apresenta a Pop como modelo econômico, enquanto o gasto real depende de trânsito, peso transportado, manutenção e maneira de conduzir.
Outro fator é o preço de entrada. A linha 2027 foi apresentada com valor sugerido de R$ 10.588, sem frete, criando uma alternativa de menor custo dentro da gama de motocicletas Honda disponíveis no país.
Três características ajudam a explicar essa proposta:
O que mudou na Pop 110i ES 2027?
A sexta geração recebeu rodas de liga leve e pneus sem câmara. Os freios continuam a tambor, agora com 130 mm nas duas rodas e sistema CBS, que distribui parte da força de frenagem entre os eixos.
Outra mudança está nos comandos: o freio traseiro passou do pedal para uma alavanca no lado esquerdo do guidão. A alteração aproxima a operação daquela encontrada em motonetas e acompanha a transmissão sem manete convencional de embreagem.
Para quem uma moto tão simples faz mais sentido?
A Pop atende principalmente quem procura transporte individual para trabalho, estudo, compras e trajetos curtos sem necessidade de grande potência. Peso baixo, assento relativamente baixo e câmbio semiautomático reduzem parte da complexidade encontrada em motocicletas maiores.
A Honda produz a Pop no Brasil desde 2007, e a família já ultrapassou 2,2 milhões de unidades fabricadas. A versão atual continua seguindo a mesma lógica: oferecer apenas o necessário para transformar deslocamentos cotidianos em uma tarefa simples e de custo contido.
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