Morreu? Erro da CNN gera confusão sobre ator Michael J. Fox
Emissora retira vídeo de homenagem após fãs questionarem publicação; vídeo deu a entender que ator teria morrido
Michael J. Fox, ator de 64 anos conhecido por De Volta para o Futuro e séries como Family Ties e Spin City, está vivo. A informação corrige confusão gerada por artigo e vídeo da CNN, publicados na quarta-feira, 8 de abril de 2026, com título “Relembrando a vida do ator Michael J. Fox”.
O material, sem texto direto sobre óbito, usava tom retrospectivo sobre a trajetória do ator. Fãs interpretaram como notícia de falecimento. Um representante de Fox informou ao TMZ: “Michael está ótimo. Ele esteve no PaleyFest ontem. Ele subiu ao palco e deu entrevistas”.
Evento recente em Los Angeles
Fox apareceu no PaleyFest LA, na terça-feira, 7, no Dolby Theatre. O festival marcou o fim da terceira temporada de Shrinking. Ele participou de um debate com Bill Lawrence, Jason Segel, Harrison Ford, Jessica Williams, Michael Urie, Luke Tennie, Christa Miller, Lukita Maxwell e Ted McGinley.
A CNN confirmou falha em comunicado: “O conteúdo foi publicado por engano e foi removido de todas as plataformas”, disse um porta-voz. A emissora enviou pedido de desculpas ao ator e à família.
O vídeo citava momentos da carreira de Fox. Ele entrava nas casas como Alex P. Keaton em Family Ties e na tela como Marty McFly. Diagnosticado com Parkinson em 1990, aos 29 anos, revelou a condição em 1998. Saiu de Spin City em 2000, quando os sintomas interferiram no trabalho.
O ativismo também era lembrado: “Talvez seu papel mais marcante tenha sido o de uma voz incansável na luta contra a doença de Parkinson, um compromisso reconhecido pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas com o Prêmio Humanitário Jean Hersholt em 2022”, narrava. “No fim, Fox compreendeu que sua batalha contra a doença revelou o melhor dele”.
Em 2000, criou a Fundação Michael J. Fox para Pesquisa da Doença de Parkinson. A entidade destinou mais de US$ 2 bilhões a estudos. Fox parou de atuar em 2020, por falhas de fala e memória ligadas à doença. Voltou em Still, documentário de 2023, e em episódios de The Good Fight e Shrinking.
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