As frases da semana do protesto contra cortes no MEC
As frases que marcaram a semana de 11 a 17 de maio de 2019.
– Via Dutra
“O GP do Brasil não sai de São Paulo, com certeza.”. Tamas Rohonyi, promotor do Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1, nesta terça (14).
“Por ocasião da Fórmula 1 do ano que vem, ela será realizada no Brasil e no caso no Rio de Janeiro”. Jair Bolsonaro, na quarta da semana passada (8).
“Flavio Bolsonaro, registra Lauro Jardim, vai se reunir hoje com a diretora global de negócios da Fórmula 1, Chloe Adams, para tratar do autódromo no Rio de Janeiro”. O Antagonista, nesta sexta (17), mostrando que o debate não terminou.– Pede pra sair
“Eu, a princípio, não sou favorável. O custo é alto. Mas, às vezes, é inevitável”. FHC, sobre um hipotético impeachment de Jair Bolsonaro.
“FHC é o mais letrado dos petistas!”. Janaina Paschoal, rechaçando a hipótese
“Eu também não gostaria de cortar nada, ou contingenciar nada, em lugar nenhum, mas é uma realidade. Se não fizer isso, estaria incurso na Lei de Responsabilidade Fiscal e responderia talvez com impeachment até”. Jair Bolsonaro, admitindo a hipótese.
“É óbvio que o governo vai ruir”. Lobão, analista político.
“O que está por vir (sic), pode derrubar o Capitão eleito”. Carlos Bolsonaro, na mesma linha, mas errando na colocação da vírgula.
“Mourão vem aí!!!”. Joaquim Neto, usuário do Twitter, a Carlos Bolsonaro.
“Vem?”. Carlos Bolsonaro, de forma espartana, mas pondo em dúvida a própria tese.– PIBinho
“Jair Bolsonaro tem sido decepcionante”. Revista Forbes.
“Deve ser mais um ano fraco, e, para o nível de ociosidade que o Brasil ainda tem, a gente está indo para mais um ano perdido”. Evandro Buccini, economista.– Copia-e-cola
“O Brasil pediu uma nova forma de se relacionar com os poderes da República, e assim seguirei, em respeito máximo à população”. Jair Bolsonaro, no Twitter.
“O Brasil pediu uma nova forma de se relacionar com os poderes da República, e assim seguirei, em respeito máximo à população”. Luciano Bivar, presidente nacional do PSL, também no Twitter, horas depois.
“(…) os partidos não se veem representados do ponto de vista da gestão”. Davi Alcolumbre, de fora da brincadeira.
“Por mim, seriam dez ministérios, e bem pequenininhos”. Paulo Guedes, nem aí.– Intrigas palacianas
“Ficar sentado no sofá de casa, ofendendo os outros e falando bobagem na internet”. Gustavo Bebianno, sobre o papel em 2018 de seu algoz Carlos Bolsonaro.
“Ele [Bolsonaro] não poderá se escudar no cargo de Presidente da República e irá ser cobrado por suas mentiras, calúnias e difamações”. Dilma Rousseff, que se escudou no cargo de presidente para mentiras e outras atividades.
“Eu vou ficar quietinho agora, não me meto mais na política brasileira”. Olavo de Carvalho, como se alguém fosse acreditar.– Os imóveis de Flavio
“Particularmente eu confio no Flavio. E esse não é um assunto do governo”. Onyx Lorenzoni, membro do governo.
“Querem me atingir? Venham pra cima de mim! Querem quebrar meu sigilo, eu sei que tem que ter um fato, mas eu abro o meu sigilo. Não vão me pegar”. Jair Bolsonaro, chefe do governo.
“Nunca tínhamos ouvido falar de Coaf na vida”. Flavio Bolsonaro, talvez arrependido, sobre a ida do Coaf para a pasta de Moro, durante a transição.– Os protestos do chocolate
“Quantas pessoas foram para rua? Quem foi? Foram aqueles fumadores de maconha, aqueles baderneiros”. Delegado Waldir (PSL-GO), líder do PSL na Câmara
“Eu não achei grande. Achei importante, mas não achei grande”. Onyx Lorenzoni, minimizando o tamanho dos protestos.
“Quando alguém precisa de um adicional, é só vir aqui. Isso é meramente operacional, sempre foi assim”. Antonio Paulo Vogel, secretário-executivo do MEC, minimizando a necessidade dos protestos.
“A verdade é que a forma como as coisas estão sendo comunicadas não é boa”. Deputado federal Diego Garcia (Podemos-PR), sobre os cortes no MEC.
“[Bolsonaro] ligou para o ministro na nossa frente e nos comunicou que decidiu suspender o ‘corte’. Depois, fomos surpreendidos com a suspensão da suspensão. O que aconteceu foi isso. Não foi boato, foi exatamente o que aconteceu”. Deputado federal Marcel van Hattem (Novo-RS), sobre a confusão instalada após Bolsonaro mandar Weintraub suspender os cortes. Outros deputados confirmaram a história.
“Amigo do banqueiro, que tem o telefone direto dele, é o Lula”. Abraham Weintraub, no plenário da Câmara, dizendo uma verdade inconveniente para a oposição.– No rancho fundo
“Brasil e Estados Unidos acima de tudo, Brasil acima de todos”. Jair Bolsonaro, em Dallas, deixando Deus de fora.
“Eu não sou vidente, mas, pelo semblante, eu entendi que ele [Bush] tem preocupação não só com a Venezuela, bem como a questão da Argentina”. Jair Bolsonaro, fluente em semblantês.– República dos doleiros
“Recebi os bilhetes tudo certo”. Lúcio Funaro, em mensagem de 2013 a Henrique Constantino, da Gol, confirmando o recebimento de propina. Constantino pagou R$ 4 milhões para liberar R$ 300 milhões do FGTS.– Dos comentaristas
“Ser processado por Dilma et caterva é um prêmio. Eu emolduraria o processo e o penduraria na parede como um diploma”. Igor Britto, assinante do A+, em Dilma vai processar Bolsonaro.
“Por que será que não anda de avião?”. Eduardo Costa, assinante do A+, questionando o fato de José Dirceu ir de Brasília a Curitiba – um trajeto de 1 300 quilômetros – de carro.
“Olavo de Carvalho já abandonou o barco depois de fazer muito dinheiro e fama às custas do capitão. Agora é a vez dos YouTubers e celebridades. Péssimo sinal, não para Bolsonaro, mas para a democracia”. Leandro Gomes, assinante do A+, em Queiroz vai colaborar?.– No Twitter
Neymaria do Rosário https://t.co/k1xqojbmtv
— S t r a u s s (@strauss_real) May 16, 2019
Depois dizem que sou eu que invado a casa dos outros… pic.twitter.com/Hr7TrHG43f
— Guilherme Boulos (@GuilhermeBoulos) May 16, 2019
"Coragem, Bolsonaro, o meio-campo do Congresso não marca muito…"
— Denis (@denismoreira) May 16, 2019
Nossa geração precisa começar a pensar que mundo deixaremos pro Sarney.
— Ricardo de Carvalho (@ricodecarvo) May 15, 2019
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