“Aqui não tem ministro fraco ou forte. Todo mundo tem que jogar junto neste time”.
Jair Bolsonaro, que tem atuado para remover poderes e responsabilidades do ministro-chefe da Casa Civil.
“Se você fizer uma análise das bobagens que se têm vivido, é um negócio impressionante. É um show de besteiras”.
General Santos Cruz, em entrevista publicada nesta quinta (20). No dia 13, ele foi demitido da Secretaria de Governo.
“O general Santos Cruz é página virada. Ele integrou o governo por seis meses e nunca falou que tinha bobeira lá”.
Jair Bolsonaro, o professor, trocando fogo.
“O afastamento de [Joaquim] Levy era muito previsível, e não existe aí nenhuma covardia”.
Deputado federal Fausto Pinato (PP-SP), respondendo a Rodrigo Maia, que classificou como “covardia sem precedentes” a forma como Levy foi demitido.
“Esse processo de fritura pública complica a confiança da classe política e da equipe econômica. O presidente não pode expor assim publicamente seus assessores”.
Deputado federal José Nelto (Pode-GO), líder do Podemos na Câmara, sobre a retirada de Joaquim Levy do time.
“Toda a equipe está tranquila, o trabalho continua com a mesma dedicação e eficiência de antes”.
Marcos Cintra, secretário da Receita Federal, para quem o importante é buscar os 3 pontos.
“Agora é o momento para ele [Levy] explicar por que não abriu a caixa preta do BNDES”.
Deputado federal José Nelto (Pode-GO), trocando de campo.
“É um jogador que não apresentou resultado nenhum, foi incompetente e, por isso, foi retirado do jogo”.
Luiz Antônio Nabhan Garcia, secretário especial de Assuntos Fundiários, sobre a demissão do general Franklimberg Ribeiro de Freitas da Funai.
“A culpa não foi minha dessa vez, cambada de fdp?”.
Carlos Bolsonaro, neste domingo (16) no Twitter, sobre a demissão de Joaquim Levy, ciumento de um cartão vermelho que não foi dele.
“Eu já falei que o Sergio Moro é patrimônio nacional”.
Jair Bolsonaro, nesta sexta (21).
“Não temos prazo [para a privatização dos Correios]. Há intenção, sim, está no radar.”
Jair Bolsonaro, também nesta sexta (21), zeloso do patrimônio.
– De ponta-cabeça
“O @interceptbrasil já comprova que @SF_Moro e alguns procuradores, como @deltanmb, são fora da lei”.
Renan Calheiros, no Twitter. Fã do ‘Lula Livre’, responde a 14 inquéritos.
“Uma total inversão de valores colocou um herói nacional, que decidiu enfrentar essa máfia, colocar na cadeia os marginais e recuperar boa parte do que foi subtraído de todos nós, frente a frente com indiciados e condenados pela Lava Jato”.
General Heleno, sobre Moro no Senado.
“Havia um conluio para condená-lo e o senhor foi absolvido?”.
Sergio Moro, retrucando o senador Paulo Rocha (PT-PA).
– Foi quase
“Vocês em breve descobrirão”.
Donald Trump, nesta quinta (20), perguntado se os Estados Unidos iriam atacar o Irã.
“Estávamos armados e carregados para retaliar ontem à noite em 3 alvos diferentes quando perguntei quantos iriam morrer. 150 pessoas, senhor, foi a resposta de um general. 10 minutos antes do ataque eu o parei, não [era] proprocional a derrubar um drone não-tripulado”.
Donald Trump, nesta sexta (21), explicando por que mandou cancelar um ataque.
– Alívio para Crivella
“Aos olhos deste relator, não se enxerga a responsabilidade personalíssima do senhor prefeito Marcelo Crivella, na esfera penal”.
Vereador Luiz Carlos Ramos Filho (Podemos), relator do impeachment contra o prefeito do Rio, nesta quarta (19). Em abril, ele votou contra a abertura do processo. O texto será votado na próxima terça (25).
“Esse relatório desagrada à oposição e ao governo, porque, apesar de absolver o prefeito, não confirma a lisura dos atos”.
Vereador Paulo Messina (PRB), ex-secretário de Crivella.
“A quem interessa a celeridade da renovação dos contratos? Era o prefeito que precisava dos recursos para pagar servidores”.
Vereador Paulo Pinheiro (PSOL).
– Na jaula das raposas
“Como juiz, meu trabalho esteve constantemente ameaçado por viradas de mesa”.
Sergio Moro, em audiência no Senado, respondendo a Randolfe Rodrigues (Rede-AP).
“O senhor fez uma defesa prévia da Lava Jato, mas quer que se anule tudo, então? É essa a sua posição?”.
SergioMoro, contra-atacando o senador Fabiano Contarato (Rede-ES).
“Apresente tudo, vamos submeter isso ao escrutínio público e, se houver irregularidade da minha parte, eu saio”.
Sergio Moro, respondendo ao senador Jaques Wagner (PT-BA), sugerindo que sejam publicadas todas as mensagens de conversas dele.
“No caso mencionado aí, do ex-Presidente [FHC], da mesma forma o site divulga: Ah, o juiz interferiu, obstaculizou, obstruiu. O caso não era meu. O caso nunca passou pelas minhas mãos. Houve um acordo de colaboração da Odebrecht diretamente perante o Supremo Tribunal Federal, foi realizado esse depoimento e esse depoimento foi enviado a São Paulo. Chegou em São Paulo e o juiz reconheceu a prescrição, porque os fatos envolvidos naquele depoimento específico eram de 1996”.
Sergio Moro, didaticamente, sobre nota divulgada pelo Intercept.
“Eu entendo até que a resposta dada por Sua Excelência piora a situação. Ele foi opinar e tentar interferir junto ao procurador num processo que nem era dele”.
Senador Humberto Costa (PT-PE), num ataque de desonestidade elevada.
“Senador, desculpe-me. As afirmações são bastante ofensivas. Eu vou declinar de responder”.
Sergio Moro, na tréplica a Humberto Costa.
“A gente vai ficar na dependência por enquanto de novas revelações”.
Senador Humberto Costa (PT-PE), depois da audiência, insatisfeito com a própria atuação.
“Ele saiu mais fortalecido do que entrou. Para mim, é motivo de honra e orgulho tê-lo no Ministério [da Justiça]”.
Jair Bolsonaro, nesta sexta (21), sobre o desempenho de Moro no Senado.
– Para ser sincero…
“Sempre fui um grande opositor do PT e de tudo que o cerca. Jamais gostei do Lula e muito menos da Dilma. Sempre tive horror ao PT”.
General Heleno, ao Valor.
“O Lula é terrível, mas o Fernando Henrique era pior, hein?”.
General Heleno, ainda com munição.
“Nós erramos em não perceber que a hegemonia pela direita era crescente. Ela não estava posta inteiramente em 2014, quando nós fizemos o acerto”.
Dilma Rousseff, no autoproclamado documentário ‘Democracia em Vertigem’, lançado nesta quarta (19) na Netflix. Que acerto era esse?
“Se não tiver uma boa reforma política e, se o povo quiser, estamos aí para continuar mais quatro anos”.
Jair Bolsonaro, confirmando a possibilidade de se candidatar em 2022.
“Senhor presidente…”.
Senador Humberto Costa (PT-PE), em ato falho, dirigindo-se a Sergio Moro.
“Eu não preciso de media training para vir falar a verdade”
Sergio Moro, respondendo ao senador Rogério Carvalho (PT-SE).
“Não precisam pegar as mensagens de Moro do Telegram (embora Moro tenha se recusado se autorizaria sua divulgação). Deltan os tem. LJ tem”.
Glenn Greenwald, no Twitter. Como ele sabe?
“Hoje nem tenho controle do meu Telegram. Está lá com o hacker ainda… uma coisa assim estranha”.
Sergio Moro, à CCJ do Senado
“Agora, ele [Gilmar Mendes] se vale do cargo para revanche ou vingança”.
Ana Lúcia Amaral, ex-procuradora, sobre as atitudes de Gilmar a respeito da Lava Jato.
“Se quer levar mais de 10 quilos, pague, pô, sem problema nenhum.”.
Jair Bolsonaro, justificando o veto à ‘gratuidade’ de bagagem em voos domésticos.
“Teve milhões de mensagens a favor da minha campanha, e talvez alguns milhões contra também”.
Jair Bolsonaro, sobre reportagem da Folha que mostrou empresas contratando disparos em massa no WhatsApp durante a campanha de 2018.
“Eu sou cada vez mais apaixonado por vocês”.
Jair Bolsonaro, brincando com jornalistas.
“Me hackeie. Nem amante eu tenho”.
Senador Jorge Kajuru (PSB-GO), desafiando Glenn Greenwald, via TV Senado.
– Morte matada
“Mohamed Morsi ficou passando mal no chão do tribunal e as autoridades não o ajudaram. É por isso que eu digo que Morsi não morreu, mas foi assassinado”.
Recep Erdogan, presidente da Turquia.
– Dos comentaristas
“Um julgamento de tamanha importância não poderia jamais ser julgado por uma “turma” e sim pelo plenário do tribunal. O sr. Mello dirá ao Brasil se tem ou não uma biografia respeitada”.
Eduardo Muniz Ventura, assinante do A+, em O garantista Celso de Mello.
“Quanto mais eles divulgam mas fica claro a integridade da equipe da Lava Jato. Não encontram um mal feito na conduta deles. E não foram eles que dilapidaram o país”.
Ana Cristina de Seixas Santos, assinante do A+, em Glenn e o pastel de vento requentado.
— La parola è: Desserviço (@crispcrispp) June 19, 2019
resumo da sessão: os momentos mais difíceis de Moro foram com aqueles q apoiam a lava-jato, pois fizeram perguntas sérias. os petistas só servem pra relembrar o nível da bandidagem expurgada do poder.
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