Zema diz que há “gente” usando a cadeira no STF para fazer negócios
Ex-governador fez referência ao contrato advocatício de Viviane Barci de Moraes com Daniel Vorcaro
O candidato do Novo à Presidência da República, Romeu Zema, afirmou nesta terça-feira, 25, que há “gente” usando a cadeira de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) para fazer negócios.
A declaração foi dada na sabatina feita por O Globo, CBN e Valor.
“Em qualquer país civilizado, já teriam sido expelidos, estariam em situação insustentável. E a nossa permissividade ou impunibilidade tem permitido a continuidade”, disse.
Zema fazia referência a reportagens sobre o contrato advocatício mantido por Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, com o escritório do banqueiro Daniel Vorcaro. O ex-governador também citou os negócios da família do ministro Dias Toffoli no resort Tayayá.
Anistia a Bolsonaro
Na segunda, 24, Zema estreou o quadro de entrevistas dos presidenciáveis na TV Globo.
O ex-governador mineiro afirmou que concederá anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) caso seja eleito.
“Não existe na história da humanidade uma tentativa de golpe que tenha sido um movimento de vandalismo como o de janeiro de 2023. Eu darei anistia, ou pelo menos, no mínimo, um tribunal que não seja político. O que vimos, foi perseguição. Uma moça que sujou o patrimônio público com batom.”
“Na minha opinião, quem fez, pensou e idealizou não fez esse crime”, acrescentou.
Zema afirmou que os envolvidos nos atos de 8 de janeiro devem ser punidos por “depredação” e “vandalismo”.
“Teve tiro?”, acrescentou.
Questionado sobre investigações da Polícia Federal (PF) envolvendo suspeitas de corrupção em seu governo, Zema afirmou ser favorável à prisão de eventuais culpados.
Leia também: Zema promete anistia a Bolsonaro e aponta “julgamento político”
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Comentários (1)
Annie
25.08.2026 14:01Zema tem razão, mas amarelou no debate de Band.