Tarcísio volta a defender equiparação de facções a grupos terroristas
Governador paulista cobra avanço de projeto no Congresso Nacional
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), voltou a defender a equiparação de facções criminosas a grupos terroristas.
Tarcísio destacou a importância da atuação do Congresso Nacional na aprovação do projeto de lei que trata do tema, de relatoria de seu secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite.
“Precisamos reforçar a atuação junta o Congresso Nacional para aprovar uma série de medidas que, por exemplo, favoreçam o perdimento de bens, nos facilitem ter acesso aos bens dos criminosos, a punição, a impedir o criminoso de pagar, por exemplo, o advogado com recursos que são de origem ilícita. Então, tem algumas questões que a gente precisa trabalhar.
O presidente da Câmara vai cuidar, junto com o presidente do Senado. Obviamente, o Derrite vai ajudar. Ele vai ser liberado nesta semana ou na próxima para já relatar esse projeto que está na mão, que é o projeto do Danilo Fortes, que é para classificar determinadas ações de facções criminosas como ações terroristas, classificar como terrorismo. Acho que a sociedade está esperando uma resposta”, disse o governador paulista nesta segunda-feira, 3, durante um evento de entrega de habitações populares na Zona Leste de São Paulo.
‘Consórcio da Paz’
Tarcísio já havia defendido a proposta durante uma reunião entre governadores na última quinta, 30, que esultou na criação do “Consórcio da Paz” para enfrentar o crime organizado.
Em vídeo divulgado no X, ele afirmou:
“E aí, mudanças na legislação são fundamentais, como a que vai classificar essas facções, essas organizações ações e as ações dessas facções como o terrorismo, para que a gente possa endurecer penas, aumentar o custo do crime. O que o PCC fez em São Paulo em 2006 é terrorismo.
Quando o PCC manda alguém sair da sua residência, quando o PCC estabelece uma barricada, quando o comando vermelho age dessa forma, quando essas organizações não permitem que o cidadão tenha uma vida normal, impõe aquilo que ele tem que comprar, onde ele vai comprar o gás, estabelece um domínio territorial essas organizações agem como organizações terroristas e tá na hora de encarar esses desafios.”
Leia mais: Tarcísio: “Não dá mais para tratar criminoso como vítima”
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Comentários (1)
Clayton De Souza pontes
03.11.2025 15:57Essa bandeira de combate ao crime o Lula é seus asseclas entregaram de bandeja pra direita. Tomara que a população entenda quem mais defende bandido