SP: Campanha do Agasalho arrecada 14 milhões de roupas e calçados
Fundo Social distribuiu mais de 103 mil cobertores e registrou R$ 1,03 milhão em doações financeiras
O governo do Estado de São Paulo, por meio do Fundo Social de São Paulo, encerrou na segunda, 22, a Campanha do Agasalho 2025 com a arrecadação de 14.064.708 roupas, calçados e acessórios de inverno, segundo balanço oficial.
Além disso, foram distribuídos 103.215 cobertores adquiridos pelo estado para famílias em situação de vulnerabilidade social.
As prefeituras também lançaram no sistema 85.782 cobertores arrecadados junto à população, somando-se ao esforço estadual.
De acordo com o governo paulista, a mobilização garantiu atendimento direto a milhares de pessoas em todas as regiões durante os meses mais frios, com prioridade para comunidades em maior risco social.
A ação contou com a participação de 163 entidades e das administrações de todos os 645 municípios. Na capital, as entregas foram feitas a entidades cadastradas; no interior, a logística e a distribuição ficaram sob responsabilidade das prefeituras locais.
O Fundo Social informou ainda que manteve atuação em operações emergenciais ao longo do inverno. Cobertores e roupas foram enviados a comunidades afetadas por enchentes, temporais e incêndios, com utilização de estoques estratégicos para garantir resposta rápida a cada situação.
A campanha também recebeu R$ 1.031.894,41 em doações financeiras espontâneas. Segundo o Fundo Social, a totalidade dos recursos será destinada à compra de novos cobertores para reforçar a capacidade de atendimento no próximo período de frio.
A primeira-dama e presidente do Fundo Social de São Paulo, Cristiane Freitas, ressaltou que o objetivo é maior do que apenas arrecadar doações. “A Campanha do Agasalho é sobre cuidado e acolhimento. Nosso compromisso é garantir, de forma imediata, que nenhuma pessoa em situação de vulnerabilidade enfrente o frio sem proteção”, declarou.
Realizada anualmente, a Campanha do Agasalho busca arrecadar roupas, calçados e cobertores para famílias em vulnerabilidade.
O modelo de operação prevê repasse direto a entidades na capital e distribuição pelas prefeituras no interior, o que, segundo o governo, agiliza a entrega e adapta o apoio às necessidades de cada município.
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