“Senado não tem espaço para frouxos e vendidos”, diz Jeffrey Chiquini
Pré-candidato a deputado federal, advogado defende impeachment de ministros do STF como pauta central e pressiona candidatos para 2026
O advogado e pré-candidato a deputado federal, Jeffrey Chiquini, afirmou que candidatos ao Senado que não adotarem como prioridade o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) “não deveriam receber votos“. A declaração foi feita nas redes sociais e ocorre em meio ao aumento das críticas à atuação da Corte, especialmente em casos envolvendo Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e em decisões do Supremo que avançam sobre competências do Legislativo.
“Candidato ao Senado que não tiver como pauta principal o impeachment de ministros do STF que perseguiram injustamente a direita não merece nenhum voto. Simples assim. O próximo Senado não tem espaço para frouxos e vendidos!”, escreveu.
Na mesma publicação, Chiquini elevou o tom ao comentar o perfil que, segundo ele, deve compor a próxima legislatura. “O próximo Senado não tem espaço para frouxos e vendidos!”, concluiu.
A abertura de processos de impeachment contra ministros do STF é uma atribuição do Senado, mas depende de decisão do presidente da Casa e de apoio político para avançar. Apesar de sucessivos pedidos apresentados nos últimos anos, nenhum caso prosperou de forma efetiva.
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Pré-candidato
O a dvogado Jeffrey Chiquini, que representa Filipe Martins, ex-assessor de Jair Bolsonaro, anunciou que é pré-candidato a deputado federal pelo Paraná. Ao oficializar a decisão, afirmou que pretende atuar por mudanças estruturais no sistema de Justiça.
“Após conhecer todos os setores e instâncias da Justiça, posso afirmar com muita tristeza que nosso sistema de Justiça está falido. O atual formato da Justiça brasileira deu errado e precisa ser consertado. Eu sei o que está errado, sei o que deve ser consertado, sei como fazer e vou fazer”, afirmou.
Segundo o advogado, a mudança deve ocorrer no âmbito do Congresso Nacional. “A mudança deve ser estrutural e completa, por meio de um Congresso competente, técnico e realmente comprometido com o Brasil. Cheguei à conclusão de que de nada adianta ser advogado neste país com o atual sistema de Justiça. Ou consertamos com urgência suas falhas, ou a carteira da OAB servirá apenas para pagar anuidade”.
Chiquini afirmou nunca ter disputado cargo eletivo e associou a decisão ao que chamou de “ditadura da toga”.“Nunca fui candidato antes, tampouco desejei ou sonhei com isso, mas o Brasil está aprisionado pela ditadura da toga. Por isso, dei esse passo: colocarei meu nome à disposição dos paranaenses para representá-los na reorganização da Justiça brasileira”, concluiu.
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