PGR se manifesta pela manutenção da prisão de Braga Netto
General está preso preventivamente desde dezembro de 2024
A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu a manutenção da prisão do general Braga Netto, preso desde dezembro do ano passado. Ele é réu no processo que apura a tentativa de golpe de Estado após as eleições presidenciais de 2022.
Segundo o órgão, não há novos fatos que justifiquem a revogação ou a readequação da medida cautelar imposta ao general.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), já negou outros pedidos de soltura apresentados pela defesa de Braga Netto.
O último foi encaminhado em 6 de agosto, mas o ministro decidiu manter a prisão do general.
“Com o devido respeito, não foram apresentados fundamentos concretos para a manutenção da custódia cautelar do agravante [Braga Netto] e para a impossibilidade de aplicação do princípio da isonomia, mostrando-se inidônea a justificativa da decisão agravada”, diz trecho.
Braga Netto responde pelos crimes de organização criminosa, golpe de Estado, tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, depredação do patrimônio tombado e dano qualificado.
Por determinação do ministro Alexandre de Moraes, o general Walter Braga Netto está preso preventivamente desde dezembro do ano passado, em uma sala especial na 1ª Divisão do Exército, no Rio de Janeiro.
Leia mais: Moraes nega pedido de liberdade provisória para Braga Netto
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