“Muito fora de proporção”, diz Monark sobre exclusão de novo canal
Bruno Monteiro Aiub diz ter recebido notificação do YouTube com restrições à criação de novos canais na plataforma
O influenciador Bruno Monteiro Aiub (foto), conhecido como Monark, classificou como “desproporcional” a exclusão de seu novo canal no YouTube. A declaração foi feita em vídeo publicado no X, um dia após a plataforma remover o perfil Bruno Aiub Show.
Recém-lançado, o canal continha apenas imagens do estúdio, que ainda estava sendo preparado para as futuras entrevistas. Nenhum programa havia sido exibido até a remoção.
Em publicação neste sábado, 2, Monark afirmou ter recebido uma notificação do YouTube informando restrições à criação e monetização de canais.
“Recebi um email hoje do YouTube dizendo que eu não posso mais criar canais no Youtube ou monetizar canais no YouTube por causa dos meus comentários, que foram infelizes sim, mas de maneira alguma foram mal intencionados. De maneira alguma defenderam ideologia extremista. Sofri as consequências, perdi o Flow, saí da empresa, saí meu programa. Pedi desculpas várias vezes, mas as retaliações não acabam. Pessoas poderosas querem me destruir completamente. Errar, eu errei, mas as consequências estão muito fora de proporção.”
MP-SP reabre ofensiva contra Monark
Como mostramos, o Ministério Público de São Paulo mudou o promotor responsável pela ação contra o influenciador Bruno Monteiro Aiub, o Monark, por declarações feitas em 2022, durante episódio do podcast Flow.
A alteração ocorreu após o órgão ter pedido o arquivamento do caso no fim de março. Na ocasião, o promotor de Justiça Marcelo Otavio Camargo Ramos mudou sua avaliação em manifestação protocolada no processo.
Agora, o novo promotor, Ricardo Manuel Castro, passou a defender a continuidade do processo e solicitou a condenação do influenciador ao pagamento de R$ 4 milhões por danos morais coletivos.
Segundo o MP-SP, a substituição foi determinada pelo procurador-geral de Justiça substituto, durante afastamento do titular do cargo.
O órgão afirmou ainda que a vaga na promotoria de Direitos Humanos estava em aberto, o que levou a designações temporárias de diferentes promotores.
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