Motta agradece Derrite por construção do PL Antifacção: “Deixará grande legado”
Proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados e está em análise no Senado Federal, sob relatoria de Alessandro Vieira
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), agradeceu nesta segunda-feira, 1º, o também deputado Guilherme Derrite (PP-SP) pela construção do projeto de lei que cria o o Marco Legal do Combate ao Crime Organizado no Brasil. O parlamentar do PP foi o relator da proposta na Câmara.
Motta fez o agradecimento e defendeu o texto durante discurso na cerimônia de outorga da Medalha do Centenário do 1º Batalhão de Polícia de Choque “Tobias de Aguiar”, em São Paulo.
“Aprovamos o novo marco legal de combate ao crime organizado e foi um oficial dessa corporação, o secretário de Segurança Pública do estado de São Paulo, o deputado Derrite, que foi escolhido por mim para relatar, que promoveu, depois de um amplo diálogo, a aprovação dessa matéria, que sem dúvida alguma será a resposta mais dura dada até hoje contra o crime organizado no nosso país”, pontuou Motta.
“Eu não tenho dúvidas, Derrite, que o Senado Federal, que deverá apreciar esta semana o trabalho que nós fizemos na Câmara dos Deputados, dará seguimento e trará, sem dúvida alguma, a aprovação de todo o escopo central desse trabalho minucioso, que foi realizado na Câmara dos Deputados e que, sem dúvida alguma, deixará um grande legado para o nosso país”.
Ele prosseguiu: “Fica aqui o meu agradecimento a você, o meu agradecimento ao governador Tarcísio e a todos que fazem a Polícia Militar de SP, por termos construído juntos essa matéria, que sem dúvida alguma deixará um grande legado para a segurança pública, dando assim, às nossas forças de segurança, às nossas polícias, a condição de trabalhar de forma integrada com as forças nacionais, para que possamos dar a resposta que o Brasil espera ao crime organizado”.
No mesmo evento, Derrite elogiou Motta: “Eu quero fazer um agradecimento a esse grande brasileiro chamado presidente da Câmara dos Deputados, deputado Hugo Motta, que de forma técnica, com coragem, nos ajudou inclusive na articulação com outros Poderes para que a gente pudesse pautar [o projeto] e colocar em votação e exercer o que há de mais democrático: a vontade popular representada elos deputados”.
O relator do projeto de lei no Senado é Alessandro Vieira (MDB-SE). Na semana passada, o Ministério da Justiça e Segurança Pública enviou ao congressista um documento, de 35 páginas, com a consolidação das análises das áreas técnicas da pasta sobre a versão aprovada pela Câmara. O ministério aponta a Vieira diferentes problemas no texto.
Se o Senado alterar o mérito do projeto de lei, ele retornará à Casa Baixa.
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