Moraes “teme que Bolsonaro venha a morrer”, diz Eduardo
Para o ex-deputado, a decisão do ministro do STF "não tem fundamento jurídico, mas sim político"
O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL) afirmou nesta terça, 24, que a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou a prisão domiciliar humanitária por 90 dias “não tem fundamento jurídico, mas sim político.”
Segundo Eduardo, o entendimento foi este pois “o juiz da suprema corte teme Bolsonaro, nas condições em que se encontra, venha a morrer.”
“E que isso exponha ainda mais a imagem já desgastada de uma Suprema Corte cercada por escândalos de corrupção”, acrescentou.
Carluxo reclama
O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) não ficou satisfeito com a decisão de Moraes.
Segundo ele, não se deve “de maneira nenhuma normalizar o fim da liberdade e comemorar migalhas ditatoriais”.
“Olha só, prisão domiciliar não é liberdade. O presidente Bolsonaro não cometeu crime nenhum, não desviou milhões de cofres públicos e muito menos deu golpe como tento acusá-lo. A prisão domiciliar não se encerra o debate, mas se inicia. Bolsonaro não deveria nem sequer estar preso. O último presidente da República com uma conduta ilibada, sendo proibido de estar ao lado do povo e permanentemente censurado nas redes sociais. O maior líder popular da história do Brasil é torturado, silenciado e impedido de se comunicar todos os dias, assim como milhares de brasileiros que só queriam país melhor. Isso não é democracia.
Nós não temos liberdade e não podemos normalizar isso. É triste o que estão fazendo com o nosso país. Penas absurdas, completamente exageradas e descabidas para pessoas sem antecedentes criminais, sendo tratadas como traficantes terroristas. De fato, eu quero ver o presidente Bolsonaro em casa, mas não devemos, de maneira nenhuma normalizar o fim da sua liberdade e comemorar migalhas ditatoriais. Não somos criminosos. Essa perseguição precisa acabar e o nosso povo precisa de liberdade e de verdade. E do 202 é o ano. Deus, pátria, família e liberdade para nós e para o presidente Bolsonaro.”
Decisão
No seu despacho, Moraes afirmou que a intercorrência médica “ocorreria independentemente do local de custódia”, e a transferência para o hospital “dificilmente seria mais célere e eficiente” caso o ex-presidente já estivesse em prisão domiciliar.
O ministro acrescentou que não há dúvidas de que o oferecia plenas condições para garantir o tratamento adequado.
“Não há, portanto, qualquer dúvida sobre as completas condições do estabelecimento prisional em garantir o tratamento seguro e adequado ao custodiado JAIR MESSIAS BOLSONARO, com absoluto respeito à sua saúde e dignidade, como bem salientando, por unanimidade, pela PRIMEIRA TURMA do SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, ao afastar a ausência dos requisitos necessários para a concessão de prisão domiciliar humanitária (…)”, afirma Moraes.
Leia também: Tarcísio celebra prisão domiciliar de Bolsonaro e defende “tratamento humano
Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.
Comentários (1)
Otreblig50
25.03.2026 15:02Não sou profeta mas vou arriscar um vaticínio !!! Essa " Prisão Domiciliar " do bozo não vai durar 45 dias. Os mentecaptos filhos do presidiário e demais asseclas, já estão CUSPINDO na REGALIA, vão desobedecer as determinações do Xandão e FORÇAR o cancelamento do " benefício desmerecido ". Só aguardem ......