Marinho associa vandalismo ao PT e pede voto em Flávio Bolsonaro
Publicação usa imagens de ato pró-Lula, acusa a esquerda de promover baderna e mira a disputa presidencial no segundo turno
O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) a presidente, associou ao PT e à esquerda episódios de pichação e depredação ocorridos no ato pró-Lula (PT) na Avenida Paulista, em São Paulo, no domingo, 11, e usou a publicação para pedir votos no candidato do PL.
“O vandalismo do PT e da esquerda terminou em pichação e depredação. Esse projeto de poder mente sobre democracia ao povo e entrega baderna nas ruas e aos trabalhadores. Nunca foi tão fácil escolher. Dia 25 de outubro, vote em Flávio Bolsonaro para presidente!”, escreveu.
A manifestação no domingo, que teve os atos de vandalismo, foi denominada “Marcha pela Democracia”.
A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que houve tumultos, pichações e depredações, e imagens mostraram pessoas sobre a cobertura da estação Trianon-Masp, que apareceu pichada.
Apelo a eleitores que não votaram
Na manifestação, Lula criticou a decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, de suspender o canal “Exército do Lula”, no WhatsApp, após pedido da campanha de Flávio Bolsonaro.
“Não é possível que um presidente [de tribunal] eleitoral não tenha um comportamento civilizado, republicano”, afirmou Lula a jornalistas.
Disse ainda estar “desconfiado do comportamento da corte eleitoral, que tem bloqueado muita gente nossa”. “Não vamos aceitar intromissão indevida da Justiça Eleitoral”, acrescentou.
Ao discursar, o presidente pediu que seus apoiadores procurem eleitores que não votaram no primeiro turno. Lula citou quase 30 milhões de ausentes e defendeu ampliar o diálogo para conquistar novos votos na etapa final da disputa.
“Temos agora uma responsabilidade muito grande. Temos quase 30 milhões de pessoas que não foram votar, muita gente acima de 70 anos não foi votar. Nós temos a obrigação de conversar com as pessoas. Nós temos que convencer as pessoas, se o Lula com 81 anos está com a saúde que está é porque eu quero provar que a idade não faz a gente ficar velho”, pontuou.
Participaram do ato o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), o ex-ministro Fernando Haddad (PT), as ex-candidatas ao Senado Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) e o ministro Guilherme Boulos (Psol).
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Comentários (1)
Claudemir Silvestre
12.10.2026 14:25O engraçado é que essa gente diz defender a democracia. Que democracia é essa, da intolerância, do ódio, desrespeito aos outros países, a democracia do STF de Xandão, Dino e Toffoli ?? Bando de HIPÓCRITAS !!