Lula manifesta solidariedade a Trump após tiros em jantar
“A violência política é uma afronta aos valores democráticos que todos devemos proteger”, escreveu o petista
Lula (foto) manifestou “solidariedade” ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após o ataque a tiros que interrompeu o jantar de correspondentes da Casa Branca, em Washington, na noite deste sábado, 25.
Em publicação nas redes sociais, o petista afirmou:
“Minha solidariedade ao presidente Donald Trump, à primeira-dama Melania Trump e a todos os presentes no jantar com correspondentes em Washington. O Brasil repudia veementemente o ataque de ontem à noite. A violência política é uma afronta aos valores democráticos que todos devemos proteger.”
O ataque
O ataque ocorreu nas imediações do hotel Washington Hilton. O evento reunia autoridades do governo Trump e jornalistas.
Um agente do Serviço Secreto foi atingido, mas o tiro foi contido pelo colete à prova de balas. Ele foi atendido e liberado.
O homem acusado de abrir fogo foi identificado como Cole Thomas Allen, de 31 anos, natural de Torrance, na Califórnia.
Ele foi contido por agentes de segurança nas proximidades de um ponto de triagem antes de alcançar o salão principal do evento.
Reação internacional
A manifestação de Lula se soma à de outros líderes mundiais que condenaram o episódio.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse estar “chocado” e afirmou estar “aliviado que o Presidente e a Primeira-Dama estão seguros e fortes”.
O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, também afirmou estar “chocado” e disse que “qualquer ataque às instituições democráticas ou à liberdade de imprensa deve ser condenado nos termos mais veementes possíveis”.
O presidente da França, Emmanuel Macron, classificou a violência como “inaceitável”, enquanto a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, afirmou que “nenhum ódio político pode encontrar espaço em nossas democracias”.
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