Lula, Hugo Motta e Davi Alcolumbre tiram casquinha do Oscar
Ainda Estou Aqui foi premiado neste domingo como melhor filme estrangeiro. Esse é o primeiro prêmio para uma produção brasileira
O presidente Lula, os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), entre outros políticos, tentaram tirar uma casquinha da vitória brasileira no Oscar 2025.
Como mostramos, Ainda Estou Aqui foi premiado neste domingo como melhor filme estrangeiro (internacional). Esse é o primeiro prêmio para uma produção brasileira na cerimônia em Hollywood.
O diretor Walter Salles dedicou o prêmio a Eunice Paiva, a mulher do ex-deputado Rubens Paiva, vítima da ditadura militar, interpretada no filme por Fernanda Torres, que também foi homenageada pelo diretor, junto com sua mãe, Fernanda Montenegro.
“Querida Fernanda, você honrou o Brasil com sua brilhante atuação em Ainda Estou Aqui e encantou o mundo todo vivendo a grande Eunice Paiva”, disse Lula.
Já Davi Alcolumbre, afirmou o seguinte:
“Em nome do Senado, e do Congresso, parabenizo toda a equipe do filme ‘Ainda Estou aqui’ pela vitória histórica no Oscar 2025! O cinema brasileiro brilha na maior premiação do mundo, levando a nossa cultura e identidade para milhões de espectadores”, declarou o presidente do Senado.
“É nosso! Parabéns a todo o elenco de Ainda Estou Aqui por esse feito histórico”, acrescentou o presidente da Câmara.
Outros políticos também aproveitaram para homenagear o filme, como o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL).
“Hoje vivemos um marco inesquecível para a história do país e do cinema nacional. A conquista do Oscar de Melhor Filme Internacional por ‘Ainda Estou Aqui’ é uma vitória para a nossa cultura, as nossas histórias e os nossos talentos que encantam o mundo”, disse Castro.
Política
A produção, que também concorreu ao prêmio de melhor filme, vencido por Anora — premiado também por melhor diretor —, conta a história de persistência da viúva de uma das vítimas mais célebres da ditadura militar, iniciada em 1964, para que o Estado brasileiro reconhecesse sua morte oficialmente.
A obra levantou debates políticos, principalmente nos momentos em que o governo Lula se aproveitou da produção para machucar o adversário Jair Bolsonaro, denunciado ao Supremo Tribunal Federal (STF) por tramar um golpe de Estado.
Na semana passada, Lula e a primeira-dama Janja promoveram uma sessão do filme no Palácio da Alvorada. O petista também gravou vídeos conversando com Fernanda Torres, que concorreu ao Oscar de melhor atriz, mas não levou — Mikey Madison foi premiada por Anora.
Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.
Comentários (1)
Amaury G Feitosa
03.03.2025 11:13O triunvirato criminoso dos três pôdres poderes em sua ditadura suja que viola o Estado e massacra a Nação destrói um país rico que ruma ao caos não iria perder a chance de tentar minorar o desprezo já bem claro que o povo lhes tem e sob tantos desmandos que nos impuseram não será a digna história de uma família realmente democrata que vai reduzir o ódio que o povo cansado de sua tragédia só faz aumentar ... nenhum DITADOR ou DITADURA é eterna e a hora desta gentalha está chegando mesmo que prendam e matem a alguns de nós seremos vingados, saibamos esperar.