Lula “foi e ainda é perseguido”, diz Guimarães
Titular da articulação política do Planalto pediu voto no presidente e disse também que Lula sofreu “calúnia e difamação”
O ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães, afirmou neste domingo, 4, que o presidente Lula (PT) “foi e ainda é perseguido” e pediu votos no petista no primeiro turno.
Em publicação nas redes sociais, Guimarães disse que Lula sofreu “calúnia e difamação”, defendeu sua trajetória política e afirmou que o presidente mantém compromisso com a democracia e a justiça social.
“Quando você se aproximar da urna lembre-se de quem é o Presidente Lula e o compare com os demais candidatos. O Brasil sabe quem ele é e toda sua história de luta em defesa dos mais pobres, dos oprimidos, dos humilhados e ofendidos”, escreveu.
“O Brasil sabe que, por isso, por lutar por justiça social, foi e ainda é perseguido: desde quando lutava no movimento sindical, em defesa da democracia, dos direitos de trabalhadoras e trabalhadores, foi preso pela ditadura militar”.
Ele prosseguiu: “Por governar fazendo justiça social, garantindo direitos de trabalhadoras e trabalhadores, foi vítima de processos com acusações nunca provadas, que o levaram à prisão. Quanta calúnia e difamação sofreu! Esse grande líder brasileiro, que se projetou no mundo, tem história e compromisso com a democracia e com a justiça social. Não tenha dúvida!”.
Lula enfrenta nas urnas neste ano Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão), Samara Martins (UP), Hertz Dias (PSTU), Edmilson Costa (PCB), Rui Costa Pimenta (PCO), Clariana Barão (DC) e Wilson Grassi (Democrata).
Primeiro turno em andamento
As urnas foram abertas às 8h deste domingo. O fechamento ocorrerá as 17h.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, votou às 8h, no Colégio Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no Lago Sul, em Brasília.
Antes de registrar o voto, o magistrado acompanhou a emissão da zerésima da urna de sua seção eleitoral, documento que comprova que o equipamento não tinha votos registrados antes do início da votação.
Na seção 167, o presidente do TSE assinou a zerésima juntamente com a presidente da seção, Ana Cláudia Lustosa, as mesárias Ivanete Chaulet, Nina Fariese de Assis e Larissa Horrara de Almeida, e o fiscal do Progressistas (PP), Joaquim Ximenes.
Nunes Marques votou em trânsito e, por manter domicílio eleitoral no Piauí, pôde escolher apenas o cargo de presidente da República.
Após votar, o ministro salientou que os incidentes registrados até a véspera da eleição foram contornados e que a Justiça Eleitoral também adotou providências para enfrentar os impactos das condições climáticas nas diferentes regiões do país.
“As questões climáticas estão administradas, tanto nos locais mais extremos, que é o Norte do Brasil, com as secas, quanto em relação às chuvas que chegaram fortemente à Região Sul”, disse.
Segundo o presidente do TSE, houve necessidade de deslocamento de urnas e de seções eleitorais em razão dessas situações, mas as providências foram tomadas previamente. “Amanhecemos o dia hoje com a segurança de que as eleições vão transcorrer na maior normalidade”, pontuou.
Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.
Comentários (1)
É justamente o contrário...