Janaina alerta contra filho que levou Bolsonaro “a ficar de joelhos”
"Se a direita não abrir bem o olho, terá como 'alternativa' aquele que levou o pai a ficar de joelhos", disse a vereadora por SP ao comentar decisão de Eduardo Bolsonaro de ficar nos EUA
Vereadora por São Paulo, Janaina Paschoal (foto) fez um alerta à direita brasileira em seu perfil no X, a partir de análise sobre a opção do deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) de permanecer nos Estados Unidos, sob a alegação de que temia ter o passaporte apreendido caso retornasse ao Brasil.
“Há quem pense que Eduardo Bolsonaro fez uma saída estratégica e, mais adiante, retornará como candidato do pai à Presidência da República. No entanto, dada a tentativa patética de tomar a dianteira dos movimentos de direita, penso que Eduardo se retirou para dar espaço para Flávio Bolsonaro”, analisou a vereadora, para arrematar:
“Se a direita não abrir bem o olho, terá como ‘alternativa’ aquele que levou o pai a ficar de joelhos.”
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Rachadinha
Janaina, que ganhou notoriedade por ter sido uma das autoras do pedido que levou ao impeachment de Dilma Rousseff, se refere ao caso da rachadinha do hoje senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que levou Jair Bolsonaro a compor alianças para proteger o filho, entre outros interessados.
Como apontou Crusoé na raiz, Bolsonaro e o ministro Dias Toffoli, indicado por Lula ao Supremo Tribunal Federal (STF), se aproximaram em 2019, quando Flávio era alvo das investigações referentes ao escândalo das rachadinhas em seu gabinete na Assembleia Legislativa do Rio, referente ao período em que era deputado estadual.
Em 16 de julho daquele ano, Toffoli deu a decisão que travou a única investigação com potencial de causar embaraços sérios para o clã Bolsonaro na Justiça naquela época.
Além de beneficiar Flávio, a canetada também contemplava o próprio Toffoli e outros ministros de cortes superiores, como Gilmar Mendes, “que andavam furiosos desde que descobriram haver apurações internas na Receita Federal sobre movimentações financeiras deles próprios e de seus familiares”, como registrou Crusoé.
Assine Crusoé e leia mais: Todo o poder a Toffoli
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Comentários (1)
Angelo Sanchez
28.03.2025 19:40Ele foi para os EUA, porque achou que era melhor aprender inglês, antes de ser candidato à Presidente do Brasil, e quanto ao seu passaporte, nada indicava que ele era um criminoso que devia esclarecimentos à justiça, estava livre e liberado para fazer o que quisesse. Desejo boa viagem e que volte falando a lingua inglesa com clareza.