Itamaraty manifesta “preocupação” com “ataque” a presidente do Equador
Ministra equatoriana afirmou que o carro que transportava Daniel Noboa tem "marcas de bala"
O Itamaraty divulgou uma nota nesta quarta-feira, 8, expressando “preocupação” com o “ataque” sofrido pela comitiva do presidente do Equador, Daniel Noboa (foto), ocorrido na terça, 7, na província de Cañar, região central do país.
Vídeos que circulam nas redes sociais mostram um grupo atirando pedras contra o comboio presidencial. Segundo autoridades equatorianas, houve disparos de arma de fogo durante a ação.
“O governo brasileiro acompanha com preocupação os episódios de violência verificados nos últimos dias em manifestações no Equador, em particular o ataque contra o comboio do presidente Daniel Noboa em 7 de outubro, na província de Cañar.
Ao repudiar o emprego de toda e qualquer forma de violência na política, o governo brasileiro manifesta seu apoio ao governo e ao povo equatorianos em sua busca por soluções pacíficas para os desafios políticos, econômicos e sociais do país, no marco do respeito às instituições e ao Estado democrático de Direito“, diz o comunicado do Ministério de Relações Exteriores do Brasil.
Equador fala em “tentativa de assassinato”
A ministra da Energia, Inés María Manzano, afirmou que o veículo em que estava Noboa possui “marcas de bala”.
Em nota divulgada no X, a Presidência da Colômbia afirmou que os cinco presos serão processados por terrorismo e tentativa de homicídio.
“Apesar de um grupo ter atacado a comitiva presidencial em Cañar, que se dirigia para anunciar a construção de uma estação de tratamento de US$ 4,5 milhões na província, que beneficiará 26.000 moradores, para entregar o sistema de esgoto de Sigsihuayco, de US$ 891.000, e para entregar o acordo de financiamento para a construção do sistema de esgoto de Quilloac, de US$ 815.000, os desestabilizadores não conseguiram deter o Governo Nacional.
Seguindo ordens para radicalizar o governo, eles atacaram uma comitiva presidencial que transportava civis. Tentaram impedir à força a execução de um projeto que visava melhorar a vida de uma comunidade.
Estamos fazendo o que devemos fazer, e eles não podem nos impedir: chegar a todos os cantos do país, onde as famílias precisam de obras públicas, serviços e da presença de seu presidente. Todos os presos serão processados por terrorismo e tentativa de homicídio.“
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