Flávio: “Não dá para anistiar Débora do batom e não anistiar Bolsonaro”
Em ato em Copacabana, senador critica proposta de “meia anistia” e pede que Alcolumbre não ceda pressão de Moraes
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) começou seu discurso na manifestação deste domingo, 7, em Copacabana, no Rio de Janeiro, criticando propostas de anistia que não incluam o ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo ele, qualquer texto que apenas reduza penas não será aceito pelo grupo político.
“Não dá para anistiar Débora do batom e não anistiar o ex-presidente Jair Bolsonaro. Se o presidente Alcolumbre quiser pautar essa meia anistia, nós vamos apresentar um projeto nosso”, disse.
Flávio pediu aos presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que não cedam à pressão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
“Presidente Hugo Motta e Davi Alcolumbre, com todo o respeito que tenho pelos senhores, não existe anistia criminal sem anistia eleitoral. Não cedam à pressão de Alexandre de Moraes, porque os senhores têm que entrar para a história como aqueles que pacificaram o Brasil.”
O senador também classificou o julgamento de Bolsonaro no STF como uma “segunda facada”, em referência ao atentado que Jair Bolsonaro sofreu em 2018.
“Todo mundo sabe o que vai acontecer essa semana no Supremo. A farsa é tão generalizada que todos são acusados de cometer os mesmos atos ao mesmo tempo e na mesma proporção.”
Ele afirmou ainda que, caso seu pai seja condenado, os apoiadores voltarão às ruas.
“Esse linchamento vai trazer cada um de nós de volta para defender a democracia e o maior presidente que esse país já viu. Bolsonaro vai voltar a ser presidente da República em 2026.”
O governador do Rio, Cláudio Castro (PL), e o vice-presidente da Câmara, Altineu Cortês (PL-RJ), também participaram do ato em Copacabana.
O evento começou às 11h30 com execução do hino nacional. Manifestantes exibiam bandeiras do Brasil e dos Estados Unidos, além de cartazes contra o STF e Alexandre de Moraes. Deputados e aliados do ex-presidente, como Eduardo Pazuello, Alexandre Ramagem e Clarissa Garotinho, estiveram presentes.
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Comentários (4)
Fabio B
07.09.2025 20:26Foi oferecido um acordo de anistiar só os doidinhos atrapalhados, e o Bolsonaro vetou. Bem feito pros otários por venerarem um líder que sacrifica a causa e qualquer um para se salvar.
Otreblig50
07.09.2025 19:59Quando que a Debi do Baton foi anistiada ???? Ao que eu saiba tá em casa com TORNOZELEIRA, tanto quanto o bo.zo !!! Só que o bo.zo vai prá cadeia, kkkk O por.qui.nho 02 mente DESCARADAMENTE e o gado ignaro mu.ge !!!!
Junior
07.09.2025 19:26Também concordo que dá para anestia a mulher do batom e manter o covarde do bozo na cadeia..
Annie 40
07.09.2025 15:37Claro que dá!