Ato no RJ tem Flávio Bolsonaro, pedidos de anistia e gritos contra Moraes
Vestindo camiseta com imagem do pai, senador diz que aliados do ex-presidente vão “mostrar para o mundo que defendem a liberdade”
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) participa neste domingo, 7, do ato bolsonarista na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. Vestindo uma camiseta amarela com a imagem do pai e a frase “Bolsonaro 2026”, ele disse que os aliados do ex-presidente vão “mostrar para o mundo que defendem a liberdade”.
Apoiadores de Bolsonaro exibem bandeiras dos Estados Unidos, cartazes contra o Supremo Tribunal Federal (STF) e faixas com pedidos de “anistia já”. Entre os gritos mais entoados estão “fora, Moraes” e “fora, Lula”.
Mais cedo, Flávio publicou nas redes sociais um vídeo antigo de Bolsonaro para convocar apoiadores ao protesto. “Presidente Bolsonaro convocando para o 7/Set”, escreveu.
Na sequência, disse que o registro era de 2023. O uso de falas e imagens do ex-presidente pelos filhos foi um dos pontos que motivou a determinação de prisão domiciliar do ex-chefe do Executivo.
Manifestações em outras cidades
Além do Rio, aliados do ex-presidente também organizam atos em outras cidades, como Brasília, São Paulo, Belo Horizonte, Angra dos Reis e Macaé.
A estratégia de pulverizar os protestos busca ampliar o alcance da pauta da anistia.
Michelle Bolsonaro envia recado
Nos atos do Rio e de Brasília, como mostramos, foi transmitido um áudio gravado pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
Ela disse que o marido foi “humilhado” e que sofre perseguição.
“Hoje, por perseguição e injustiça, ele [Bolsonaro] não pode falar, mas nós falaremos por ele até que essa tirania e essa perseguição sejam vencidas”, disse.
Em Brasília, apoiadores chegaram a gritar “América, salve o Brasil”. Bandeiras dos EUA e de Israel dividiram espaço com as do Brasil.
Esse é o segundo ato sem a presença de Jair Bolsonaro. No protesto de agosto, ele ainda chegou a falar por videochamada, o que foi interpretado como descumprimento das medidas impostas pelo STF e levou à decretação da prisão domiciliar.
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Comentários (1)
Carlos Renato Cardoso Da Costa
07.09.2025 14:09Parece que miou...