“Evoluindo de forma satisfatória”, diz assessoria sobre rapper Hungria
Cantor foi internado com sintomas de intoxicação por metanol
A equipe do rapper Hungria, internado em Brasília com sintomas de intoxicação por metanol, afirmou nesta sexta-feira, 3, que o cantor “está evoluindo de forma satisfatória”.
“O cantor Hungria segue internado no Hospital DF Star, em Brasília, e apresenta evolução positiva em seu quadro clínico. De acordo com o médico assistente, Dr. Leandro Machado, o artista dormiu bem, se alimentou normalmente e está evoluindo de forma satisfatória. Os exames laboratoriais já apresentam melhora, com normalização dos índices metabólicos”, disse a equipe em nota publicada nas redes sociais.
Os governos federal e do Distrito Federal confirmaram a suspeita de intoxicação de Hungria por metanol.
Centro de crise
O Ministério da Saúde montou em Brasília um centro de crise para acompanhar o aumento das intoxicações por bebida adulterada com metanol.
Até a noite de quinta, 2, foram registradas 59 notificações no país, com 11 confirmações. Um óbito em São Paulo já foi reconhecido oficialmente, e outros sete estão em análise.
Segundo o governo, a maior parte das ocorrências está em São Paulo, com 53 notificações. Pernambuco confirmou cinco registros e o Distrito Federal investiga um caso. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que o cenário é incomum: em média, o Brasil tem cerca de 20 intoxicações por metanol por ano.
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Etanol farmacêutico
Para reduzir os riscos, a pasta distribuiu 4,3 mil ampolas de etanol farmacêutico a hospitais federais. Também abriu compra emergencial de 5 mil tratamentos e solicitou à Organização Pan-Americana da Saúde a doação de 100 doses de fomepizol, medicamento específico contra o envenenamento. A Anvisa identificou mais de 600 farmácias de manipulação aptas a produzir o antídoto.
O centro de crise reúne representantes dos ministérios da Saúde, Justiça e Agricultura, além da Anvisa e de secretarias estaduais. As reuniões estão marcadas para segundas, quartas e sextas, das 10h às 11h. A orientação oficial é que bares e distribuidoras reforcem o controle da origem das bebidas, enquanto consumidores devem evitar produtos sem rótulo, sem lacre ou sem selo fiscal.
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Comentários (1)
Annie
03.10.2025 11:49Nunca nem vi e nem quero.