Deputado do PL se explica por almoço com presença de Toffoli
"Não tenho nem nunca tive a mínima relação como qualquer ministro", diz Daniel Freitas após confraternização em Balneário Rincão
O deputado federal Daniel Freitas (PL-SC) ser explica nas redes sociais desde sábado, 27, por ter participado de uma confraternização no dia anterior na qual também esteve presente o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli.
“Ontem estive na nossa confraternização de final de ano que ocorre há PELO MENOS 12 ANOS. Somos um grupo de amigos desde a infância, inclusive meu pai e meu irmão estavam comigo. É lógico que eu não tinha o menor conhecimento de quem estaria no almoço, assim como todos os outros convidados. Fiquei um pouco, dei um abraço nos amigos de longa data e logo fui embora para o aniversário de dois aninhos do meu afilhado”, disse o deputado em resposta a post na rede social X que dizia o seguinte:
“Jorginho Mello (PL), Daniel Freitas (PL), Júlio Garcia (PSD), Chiodini (MDB) e outros nomes da política catarinense almoçam com Toffoli no Balneário Rincão”.
O evento foi promovido por Ricardo Faria, conhecido como “Rei do Ovo”, por ser proprietário da Granja Faria.
Freitas também publicou um vídeo no Instagram (foto), no qual reforçou a mensagem:
“Ontem estive na nossa confraternização de final de ano de amigos de infância que ocorre há PELO MENOS 12 ANOS. Inclusive meu pai e meu irmão estavam comigo. É lógico que eu não tinha o menor conhecimento de quem estaria no almoço, assim como todos os outros convidados. Ficamos um pouco, dei um abraço nos amigos de longa data e logo fui embora para o aniversário de dois aninhos do meu afilhado Pepê.
NADA MAIS DO QUE ISSO.
NÃO CONHEÇO MINISTRO.
NÃO SOU AMIGO DE MINISTRO.
NÃO TENHO NEM NUNCA TIVE A MÍNIMA RELAÇÃO COM QUALQUER MINISTRO.”
Jorginho e Toffoli
O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, também tem sido questionado nas redes sociais pela presença na confraternização, mas não se manifestou sobre o assunto.
Toffoli protagoniza atualmente a polêmica do Banco Master.
O ministro monopolizou as investigações sobre a instituição, atendendo a pedido da defesa baseado em menção vaga a um deputado federal, e marcou acareação entre o dono do Master, Daniel Vorcaro, o ex-presidente do BRB e um diretor do Banco Central, mesmo contra a vontade da Procuradoria Geral da República (PGR) e sem previsão legal.
Leia mais: Toffoli, Moraes e Gilmar fazem o que quiserem
Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.
Comentários (0)